quinta-feira, 16 de março de 2017

Segredo.16.17


11 comentários:

  1. Eu também adoro o que faço e não me dou com os meus colegas. Isso não me desmotiva porque, lá está, o que eu gosto é do trabalho e não do convívio em torno da máquina de café. Aqueles que me interessam, a minha família e os meus amigos, ficam para depois do expediente.

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  2. Tens duas opções Carolina,ficar no lado deles ou ser desprezada!

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    1. No departamento onde trabalho é da praxe desprezar os novos empregados quando chegam à empresa e isso aliás parece que nao muda com o tempo: os grupinhos existem e continuam os mesmos. Eu entrei na mesma altura que outra colega, levámos as duas com o mesmo desprezo. Ela fez tudo para agradar aos grupinhos (levou bolos, fez de puxa saco, criada, deu boleias...) e lá conseguiu que a aceitassem/tolerassem e a "deixassem" almocar com eles. Aparentemente conseguiu o que queria e já nao é desprezada, apesar de se ter tornado uma mascote. Eu nao fiz nada disso, ignorei todas as provocacoes, fiz o meu trabalho, nao estou inserida em enhum grupo mas no quesito trabalho consigo trabalhar em equipa com qualquer dos colegas sem constrangimentos. Mantive a minha dignidade, nao fingi ser quem nao sou e mesmo que me desprezassem...I couldn´t care less: nao estou lá por eles, estou lá por mim.

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  3. Se tens de trabalhar em equipa tudo se torna mais complicado. O passar do tempo não irá melhorar esse ambiente.

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  4. me sinto assim.
    Penso em ter uma qualificação melhor para trabalhar com pessoas melhores no futuro.

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    1. O ser uma pessoa melhor ou mesmo a educacao (por incrível que pareca) nao vem como garantia quando se tem qualificacao académica...trabalho num meio com licenciados e mestres e a maioria sao pessoas mal-formadas (só falam mal uns dos outros, competem entre si quando deveriam trabalhar em equipa).

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    2. É um pau de dois bicos.
      Entendo perfeitamente o comentário. Sem dúvida que quanto mais qualificações a pessoa procurar, mais abre os horizontes e se calhar isso a impede de se concentrar em mesquinhices. Mas também é verdade que não é regra. DIGAMOS QUE... se a qualificação académica vier de uma vida «betinha», certamente que é mais comum a presença dessa maledicência e competição que o anónimo das 8.16 menciona. MAS PESSOAS com qualificação académica que lutaram arduamente para a ter, provavelmente não serão tão dadas a essas futilidades, porque não cresceram num meio em que todos tinham as mesmas oportunidades e se podem dar ao luxo de ser ácidos, competitivos, amargos e maledicentes.

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  5. Compreendo perfeitamente. Estou na mesma situação. As minhas colegas são horriveis, senhoras com mais de 40 anos que andam no facebook a gozar com a vida alheia. Riem-se parecem umas hienas. Detesto-as. Uma disse k me acha estranha, sorte dela ser minha chefe pk a resposta k merecia era: se ser estranha implica ser.diferente dela, isso é um elogio.

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    1. Acho o seu comentário curioso só na medida que vivi o mesmo mas na situação inversa. Acredito que são muito mais os jovens, por serem jovens e fáceis para o riso, e tão versáteis nas redes sociais, que facilmente ficam a comentar tudo o que bisbilhotam online sobre a vida dos outros e estão sempre a dar risadinhas. Não que duvide de si, porque sei que todas as faixas etárias têm gente assim mas... eu também me referia a essas pessoas como hienas :P

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