quarta-feira, 22 de março de 2017

Segredo.22.10




Odeio o filho do meu marido. Não tem como gostar. O garoto tem 4 anos e é todo cheio de não me toques de mimado que é por todo o mundo. É filho único, sobrinho único, neto único… Super mal educado, faz birra por tudo. Responde mal para o pai sempre que é para fazer alguma coisa, não importa se é sentar, para comer, tomar banho ou pegar brinquedos do chão. Sempre tem um show! A noite passada levantou da cama 5 vezes fazendo birra porque não queria mais dormir. Eram 4h da madrugada! E nós viemos trabalhar hoje sem descansar. Queria que esse menino sumisse para sempre! Sei que muitos me vão julgar, mas não importa! Queria saber se existe mais alguém a passar pelo mesmo e o que estão a fazer para lidar com isso. 

107 comentários:

  1. Formas de lidar com isso: deixar de ser egoista e auto-centrados e perceber que o problema não é a criança mas os adultos que o rodeiam. A criança é assim porque tem falta de regras e educação e, bem, porque é uma criança...
    As crianças não são mini-adultos apesar de muitos adultos serem crianças grandes, imaturas e egoistas.

    Uma criança precisa de muitos mimos, sim, pensar que o problema dele é o mimo é um erro. O problema é que a par dos mimos tem de haver regras e educação e essas são transmitidas por os adultos - por todos. Uma birra não pode ser aceite, a criança tem que perceber que não ganha nada com as birras mas os adultos têm de perceber que é normal uma criança fazer birra - todas o fazem - têm é de aprender a estabelecer limites e regras previamente para que a criança as perceba.
    O que não é normal é querer que a criança tenha um comportamento de um adulto.

    Em relação a arrumar os brinquedos dele, a comer, etc podem fazer disso um jogo. "vamos ver quem consegue meter mais brinquedos para dentro da caixa" e vão comprar ou transformar o arrumar os brinquedos num jogo onde os brinquedos são explosivos e têm de os meter na caixa antes que expludam e por aí fora.
    À mesa podem fazer um jogo, por exemplo, que formas parece que tem o prato dele? E se ele comer um bocado de arroz, carne, etc no que se transforma? As ervilhas podem ser as bolas de futebol e cada uma que coma ser um golo...
    Se ele começar a fazer birra é dar-lhe um castigo, colocá-lo num canto a pensar no que fez, fazê-lo pedir desculpas, obrigá-lo a arrumar na mesma, etc. Uma criança com essa idade está a aprender a lidar com as frustrações, cabe aos adultos que a rodeiam arranjar formas saudáveis para lidar com as frustrações.

    O facto de acordar às 4h da manhã revela muita coisa: ou o meteram cedo demais na cama, ou não tem horários ou dão-lhe tanta porcaria para comer (açúcar, chocolates, gorduras) que o organismo dele está demasiado activo.
    Se for uma situação única e que nunca tenha acontecido...então desculpe mas o problema não é a criança...são vocês que não são capazes de compreender que ele é uma criança e não um mini-adulto.

    Agora o que me parece muito mau mesmo é vir dizer que odeia o filho do marido. As crianças sentem isso e não se sentem bem com quem as odeia. Além disso o ódio que sente pela criança parece-me muito mal colocado. Devia odiar o pai dele, os avós, a mãe, etc e até a si mesma que falharam na educação e querer ajudá-lo mas claro que dá mais jeito culpar o único inocente no meio disso tudo.
    O que relata é a maior prova da incompetência dos adultos, incluindo o facto de dizer que odeia o miúdo.

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    1. Palmas, palmas, muitas palmas! Isto é uma resposta e orientação com cabeça, tronco e membros! Odiar o filho do marido é odiar a parte mais importante do marido...

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    2. Parabéns pelo seu comentário.
      Escreveu claramente o que penso também.
      À autora, apenas reforço esta ideia: o que fazem os adultos para a criança espelhar este comportamento?

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    3. Deduzo que ela ache que a parte mais importante do marido seja o filho.

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    4. Muito bonito isso se não houvesse uma mãe que irá Meter colherada em tudo.
      É muito bonito isso se o pai não tomasse o partido do filho.

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    5. Mais uma pessoa que julga que sabe tudo:
      1. Ela NÃO é a mãe
      2. Ela NÃO educou a criança
      3. Muitas mães não deixam que madrastas digam o que quer que seja aos filhos

      Ela tem mais do que direito de odiar a criança que NÃO é dela. A criança é mal educada e NÃO é à madrasta de resolver o problema se os pais não querem.

      Eu não sou hipocrita, se uma criança é mal educado, eu não gosto dela, mesmo se a culpa é dos pais.

      Acho piada a esta gente culpar a madrasta, lol....

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    6. A mãe do garoto e o pai dele que o aturem e EDUQUEM que a obrigação
      é deles. Não era a autora que estava com as pernas abertas quando ele foi fabricado. Se não tinham competência para dar educação não deviam ter tido o filho. Filho não é brinquedo. E se ele não tem culpa de ter nascido esta mulher também não.

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    7. Anónimo das 20:22, portanto concorda que a culpa é dos adultos que rodeiam aquela criança e não da criança em si

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    8. Se o pai tomar o partido do filho pode ser duas situações:
      1) é incompetente e desligado da sua função (ou seja, péssimo pai)
      2) a autora está a exagerar e na realidade é uma adulta mimada e imatura incapaz de compreender as necessidades de uma criança e é a única errada na situação toda.

      Em relação à mãe meter a colherada: um filho é um projecto a dois mas qualquer um dos dois pode dar a educação. E se num contexto a criança tiver uma situação estável, com regras, amor, respeito e educação eu coloco as minhas mãos no fogo em como a atitude dele seria muito diferente. Quem trabalha na educação vê crianças que parecem ter quase 2 educações distintas dependendo se estão com o pai ou com a mãe. Alias não me admirava muito se a criança tivesse um comportamento totalmente diferente com uma adulto que se comporte como tal com ele e que lhe coloque regras, seja ele quem for.
      O comportamento de uma criança tão pequena é única e exclusivamente o reflexo da educação, amor e atenção que tem ou que não tem.
      Em alguma coisa os cuidadores dele estão a errar e muito para ele ter esse comportamento (se é que o tem).

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    9. "O facto de acordar às 4h da manhã revela muita coisa: ou o meteram cedo demais na cama, ou não tem horários ou dão-lhe tanta porcaria para comer (açúcar, chocolates, gorduras) que o organismo dele está demasiado activo."

      Eh páh! Obrigada por me ter feito perceber porque é que o meu filho acordou a semana passada precisamente às 4h da manhã e não quis dormir mais!

      Não estou a ser irónica. Estou mesmo a agradecer!

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    10. As crianças podem acordar esporadicamente durante a noite por 1001 motivos. Até pesadelos. Mas se for algo constante usualmente é uma dessas 3 coisas que está por detrás da situação.

      As crianças são pessoas. Nós também temos más noites, não temos? Há noites em que nos vemos aflitos para dormir, estamos mal, não há maneira de nos conseguirmos deitar e descansar.
      Agora se isso for algo recorrente convém perceber de onde vem o problema para conseguirem realmente alterar a situação.

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    11. Portanto acham normal que uma criança tenha de lidar com alguém que a odeie? Eu não acho.

      A criança é mal educada porque é o fruto da educação que lhe deram. Não, não acho normal que um adulto com um QI minimamente normal odeie a criança - que é inocente - em vez de atribuir as culpas aos verdadeiros culpados. Na realidade não acho isso nada normal, acho precisamente uma estupidez e infantilidade que espero de uma adolescente mas não de um adulto.

      A criança não é dela mas tem de viver e de lidar com ele. Portanto faz parte do dia-a-dia e também contribui para o problema ou para a solução. A questão é que ela aparentemente prefere centrar-se no ódio pela criança do que fazer algo para alterar a situação.
      Se dá trabalho? Pois dá...a criança não vai sumir e se quiserem continuar a viver no mesmo inferno força nisso! Continuem a fazer o que fizeram até aqui porque claramente estão a fazer tudo menos a ser os adultos que deveriam nessa situação.
      Ou então divorcie-se se não quiser lidar com a criança. Afinal é muito melhor viver com um pequeno ditador do que fazer aquilo que é a obrigação dos adultos que rodeiam um menor: educá-lo.
      Mas para isso era preciso menos umbiguismo e egoismo e mais maturidade e ser uma adulto.

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    12. Então a culpa dos pais serem mal educados e idiotas é dos pais deles e sempre assim? lol.

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    13. Usualmente pessoas sem educação e cultura são precisamente o resultado do seu meio ambiente: principalmente dos pais. Em segundo plano está a escola, colegas, meio socioeconomico, experiência de vida, etc.
      Mas numa criança com 4 anos? A má educação vem de onde?! Deve ter nascido com a criança... e o pai natal existe.

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    14. Muito bem respondido. Se nao é educador(a) de infancia poderia sê-lo e com muito profissionalismo

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    15. MUITO BEM DITO!!
      Tentei dizer o mesmo pelas minhas palavras, mas as suas também refletem o que penso.

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  2. Estou a pensar bem que és a nova mulher dele certo? É um caso difícil.. e não tem grande solução, pois se ele já tem 4 anos e é assim, vai ser difícil mudar o comportamento dele. Acho que deve ser o pai dele a começar a colocar regras na criança.. se for capaz, mas tenho sérias dúvidas que ele consiga se não fez até agora. Podes ser tu também se achares que és capaz.. mas terás que ter o apoio dele. fala com o teu marido e tracem um plano. Não sejam radicais...comecem aos poucos e poucos a delinear os objectivos para controlar esses mimos e mau comportamento. Boa sorte :)

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    1. "pois se ele já tem 4 anos e é assim, vai ser difícil mudar o comportamento dele"

      A sério? Uma criança com 4 anos dificil de mudar o comportamento?? Só se as pessoas ao seu redor forem incompetentes. Uma criança com 4 anos é altamente moldável e pode mudar como da noite para o dia, basta ter alguém que se interesse e lhe dê educação.

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    2. Sim, sou a nova esposa dele. Mas não tão nova assim, a gente tá junto fez agora um ano. O menino tá com a mãe dele, mas sempre vem no fim de semana nem que seja só visitar. A ex-mulher dele tá sempre tentando trazer ele aqui em casa. Ela não dá educação e também tá sempre querendo tempo para ela sem crianças. Sobra para a gente, que meu marido não consegue falar não para aquela abusada sempre que tem o filho no meio. A gente não pode fazer plano de nada e quando o menino vem aqui ele é que manda. Tudo é do jeito dele. Já falei pro meu marido que isso não dá não. Ele sempre fala que vai ser firme da próxima, mas aí vem a próxima e ele vacila. Tou ficando desesperada. Não pensei que isso fosse desse jeito. Meu marido é um homem muito bom mas essa situação tá me deixando louca. Eu já fico nervosa antes mesmo do menino vir, porque sei que vai ser duro.

      A Autora do Segredo

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    3. Anónimo22 de março de 2017 às 20:45
      É difícil mas não impossível e o ambiente familiar tem que colaborar que neste caso não me parece ser o ideal. Com 4 anos uma criança já tem a sua personalidade definida pelos genes, ambiente familiar e pelos afectos recebidos. Pode-se sempre melhorar.. e deve-se, mas se for uma criança irrequieta por natureza vai dar mesmo muuuuito trabalho. :)

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    4. Um ano é pouco tempo. O miúdo ainda nem se deve ter habituado a ti. E percebe que não gostas dele.

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    5. Só estás com o pai dele há UM ano. Se a criança não vive convosco és ainda uma estranha que vive com o pai. Provavelmente tem ciúmes e tu como adulta ainda não entendeste as milhentas razões que podem estar por trás desse comportamento.
      Os miúdos não são parvos bem surdos.

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    6. Só está com o pai há um ano?! No caso de uma criança pequena que provávelmente nem se lembra do tempo em que os pais viviam juntos parece-me mais do que suficiente. A madrasta há-de ter as suas razões para falar como fala e não deve ser feita o bode espiatório da incompetência dos pais. E sim, caro anónimo, a criança mesmo sem ter culpa pode ser muito insuportável e desesperante! Há crianças detestáveis, mesmo entre as pequenas. E este pelos vistos é bom de assoar!

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    7. Autora, não quero desprezar a situação mas se só estão com a criança aos fins de semana, secalhar não devia queixar-se tanto, ou acharia correto a mãe ficar sempre com a criança? Muita sorte tem você.

      Agora, isso não implique que não tente resolver a situação.

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    8. Não é a madrasta que tem que limpar a caca que os paizinhos do menino fazem. E além do mais há criançinhas muito horriveis.

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    9. Não sei bem qual é a situação mas se a mãe tiver a guarda, despachar a criança para casa do pai sempre que pode também não me parece bem. Que eu saiba costuma ser um fim-de-semana alternado e não todos. Parece-me um bocado abuso. Quis a guarda para quê afinal? Só para lixar o pai?

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    10. Mas que parvoice pegada!
      Deixem-me dizer que é responsabilidade da madrasta SIM, assim como é RESPONSABILIDADE DE QUALQUER ADULTO. A única pessoa inocente nesta história toda é a criança. Que pelos vistos ainda vai sofrer muito, com a rejeição de parte a parte.

      Se uma mulher se junta a um homem com filhos, a sua vida passa a ser a de esposa de um homem com filhos. E pode e deve ajudar. O que é lamentável é que pelos vistos se tratam de adultos pouco vocacionados para a educação e para o ENTENDIMENTO.

      Uma coisa tão simples, meu DEUS...
      A mim parece-me que existe uma nova mulher que não quer uma criança no meio da relação (egoísmo) e que, como toda a típica nova mulher, «a outra» tenta «empurrar» o filho para o pai. LOL. Como se a criança tivesse de estar sempre com a mãe. A mim mais soa a egoísmo da madrasta. Que aliás, acusa os tios, os avós, a mãe e o pai de prestarem MÁ EDUCAÇÃO à criança (faz muito julgamento) mas ela mesma não diz um único instante que quer fazer melhor ou que sabe fazer melhor. Só sabe é criticar quem tenta fazer. O que ela diz é que ODEIA e quer que o menino SUMA PARA SEMPRE.

      Lol.
      A criança está bem arranjada...

      O anónimo

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  3. É por estas e por outras que não aturo homens divorciados e homens com filhos.
    Aturar filhos das outras? Não obrigada!

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    1. Que coração mais frio que por aí mora..

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    2. Para ser sincero... também é difícil aturar mulheres com essa maneira de pensar. Ele até pode ser boa pessoa, não conseguiu foi dar a melhor educação ao seu filho por alguma razão. Não misture as coisas. nem todos os homens divorciados/ ou divorciados/viúvos com filhos são bichos papão.

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    3. Pode ser que um dia, alguma outra venha a aturar um filho seu, nunca se sabe como a vida pode ser irónica... boa sorte!

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    4. Tive uma relação durante 4 anos com alguém que tinha 2 filhos de uma relação anterior. Já depois de separados, a minha enteada apareceu-me de surpresa no meu trabalho para me visitar. Continuou a fazê-lo e vamos falando e mantendo o contacto. Aturar filhos das outras? Sim, obrigada! Sobretudo, quando sabemos entrar na vida dessas crianças e, acima de tudo, deixá-las entrar nas nossas. As crianças não são o problema - são os adultos. Sempre.

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    5. A melhor parte do meu companheiro é a filha dele. Um amor de menina, que eu adoro com todo o coração. O que é necessário é saber lidar com eles, só precisam de atenção e companheirismo.

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    6. Eu penso o mesmo...so de pensar o que vem agarrado a um homem com filhos da vontade de fugir e nao é propriamente a crianca.

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    7. Divorciados com divorciados, pessoas com filhos com pessoas com filhos. Simples assim.
      A ideia que temos de aceitar e lidar com problemas que não são nossos e achar que uma relação tem de aceitar os filhos e outras mulheres na vida de um homem é ridículo!
      Conselho: foge dessa relação. Nunca vais ser prioridade!

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    8. Eu tambem nao quero ser madrasta, quem quer que o seja, eu nao quero.

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    9. Não sou a anónima inicial, mas também não me envolveria com um homem com filhos nesta fase da minha vida. Tenho 25 anos, quero ser a prioridade de alguém e começar a nossa vida em conjunto do zero, os dois no mesmo patamar. Todos temos direito a escolher o que queremos.

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    10. Se ela nunca for prioridade então daremos graças porque é sinal que o pai sabe o que é importante na vida.
      A sua forma de ver a vida parece-me muito imatura mesmo mas efectivamente procure alguém sem filhos (obviamente não os tem). As crianças só tem a ganhar em não estar com pessoas egoistas.

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    11. A minha ex madrasta (entretanto já se divorciou do meu pai há anos) é das minhas melhores amigas. Encontramo-nos a toda a hora e é das pessoas mais importantes da minha vida (e eu da dela). Ainda bem que ela não tinha esse pensamento, já que ficámos ambas a ganhar.
      Maria

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    12. Anonimo das 01:03 claro que o pai saberá o que é importante na vida! Vai ser o filho que lhe vai aquecer os pés quando for velho e fazer-lhe companhia. Até nem vai à vida dele nem nada! Esse miudo precisa é de limites, senão o pai acaba sozinho à pala dele. Ninguém no seu juízo perfeito quer aturar um puto malcriado. Pelo menos não muito tempo. Mas se o pai sabe sabe o que é importante e quiser acabar sozinho, está no bom caminho.

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    13. Mas colocar o filho como prioridade na vida é dar-lhe educação também. Ou será que não consegue compreender isso?

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    14. Se bem que também lhe pode dar educação sem o colocar num pedestal.
      Há que ver as coisas com clareza é colocar cada parte no seu devido lugar. Eu até acho que não há necessidade de definir primeiros segundos ou terceiros lugares.

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    15. Oh último anónimo: quem diz que a criança é colocada num pedestal é a MADRASTA MÁ (porque o odeia e quer que suma para sempre). Eu não acredito dessa forma nas palavras da autora do segredo. Demostra muita imaturidade e egoísmo. Pela forma como tenta acusar a ex mulher do marido e pelo que se subentende de ter medo de recaidas entre os dois - que é sempre o receio habitual. Aliás, acho que ela a odeia também... Nunca dá muito certo quando os adultos são deste calibre. Parecem pior que crianças! Não sei quem e´mais criança... a adulta que odeia um ser humano que mal começou a viver a sua vida, que se refere a uma ex do marido como abusada, que acusa todos os familiares da criança de darem excesso de mimos e que sente ciúmes por o pai querer dar atenção ao filho. Eu rifava esta segunda mulher, eheheh!

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  4. O melhor conselho que lhe posso dar é ignorar o miúdo...
    Cachopos assim fazem birras para chamar atenção e deduzo que, se o ignorarem, ele mais dia ou menos dia, há-de parar e perceber que é inútil ser mimado.
    Muita força, abracinho :)

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    1. Ignorar uma criança de 4 anos?
      Em vez de lhe explicarem as coisas, e de tentarem perceber a razão do seu comportamento, falta do pai - se viver com a mãe - nova pessoa, que és tu.
      O puto já percebeu que o odeias. E não há-de tardar muito para o pai dele também perceber.
      Odiar uma criança? Acho que nem são precisas mais explicações.

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    2. Nhééé... tens filhos Inês? :) Não basta ignorar... se o Pai não tomar uma atitude com ele, vai sempre correr para o pai à procura de atenção. existem crianças que precisam mais de atenção do que outras.. mas é preciso estabelecer limites... e muitas pessoas não sabem fazer isso. As crianças não são parvas.. sabem muito bem fazer joguinhos. Felizmente lá em casa estamos os dois em sintonia..quando um filho faz asneira ou se porta mal e um de nós dá castigo.. o outro colabora mesmo que as crianças corram para mãe/pai a fazer queixinhas :) Agora quando há um elemento do casal que começa logo com "ai o meu pequenino mais lindo.... o paizinho deu castigo foi? ohh ele é mauzão.. meu bebezinho lindo..." está tudo estragado :)))))

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    3. Ignorar quando faz birra. Não me parece que ele.viva com a mãe mas pode ser só impressão.
      Há crianças que simplesmente fazem birra porque sim,pode não ser o caso, nastácim que a autora saberá mais do que nós.

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    4. Eu não aconselhava ignorarem as birras. Porque neste caso, a ser verdade o que a autora disse, a criança não sabe como agir bem, ou seja, ignorar as birras vai apenas levar a escalar da situação porque o miúdo está habituado a que cedam às birras dele (o que não é culpa da criança mas da incompetência de todos os que o rodeiam).
      Se a criança não conhece qual a forma correcta de agir para obter o que quer (parece ser o caso) vai continuar a fazer birra até conseguir o que quer.

      Neste caso acho que o ideal é ter uma forma de quebrar a birra e arranjar forma de ele nunca vencer com a mesma e perceber isso mesmo. Com 4 anos também lhe podem explicar de forma simples as regras e o que precisa de acontecer para que corra tudo bem.
      Não é dizer-lhe que "tem de se portar bem" porque isso para uma criança é chinês. É dizer-lhe especificamente que, por exemplo, se sentar à mesa, direito e não berrar. E quando ele cumprir isso convém que se elogie o comportamento e sem os "mas devias ser sempre assim" ou os "porque não és sempre assim" que alguns educadores têm sempre na boca e só prejudicam a criança em todos os sentidos.

      Mais tarde, quando ele perceber que as birras não levam a lado nenhum aí podem ignorar. Mas só se pode optar pela estratégia de ignorar uma birra quem tiver mesmo capacidade para aguentar uma birra até ao fim, não demonstrar sinais de agressividade, de impaciência, de sequer estar a ouvir senão a criança vai-se aperceber claramente que o seu comportamento está a ter um impacto e vai continuar até que os cuidadores cedam. Além de que a criança ganha a cada um desses sinais dados. Ganha a birra da criança porque a criança em si não aprende nada com isso.
      Nunca na vida aconselhava essa estratégia a alguém que claramente tem imensas dificuldades em controlar o comportamento da criança e é aparentemente incapaz de lhe demonstrar a maneira certa de se comportar, até porque pode levar ao cúmulo de se passarem e baterem no miúdo. Há crianças capazes de estar horas a fazer birras...ignorar não é para qualquer um.

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  5. o ódio é um sentimento muito terno...
    quando casate já sabias da "bagagem"...
    e se o pirralho vive com o casalinho, quem é que lhe dá a educação?

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    1. Aparentemente ninguém. Mas a culpa é da criança, obviamente.
      Olhar para o próprio umbigo custa. Não é "show".

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    2. Ahahah! Adorei. Tanto o primeiro comentário quanto a primeira resposta :)

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  6. Lidar com os nossos filhos é complicado. Lidar com os dos outros é muito mais complicado.
    Presumo que quando aceitaste a relação com o pai, sabias que o filho fazia parte do pack. Tenta fazer o melhor que consigas para contribuir na sua (boa) educação. Não me parece que ele tenha recebido os estímulos ideais para se comportar dessa forma.

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  7. Suponho que quando o conheceste ele ja tinha esse filho. Portanto, tiveste de aceitar o facto de ele ter um filho. Nao acho que seja agora que tenhas de por defeitos.
    Em relação ao comportamento da criança, compete ao pai saber educar. Se não souber tens de ter uma conversa com o teu marido.
    Também acredito, que por de trás desse comportamento esteja um problema e nao se trata apenas da educação mas a falta de presença de uma Mãe.
    E Agora uma pergunta, se o filho fosse teu terias a mesma vontade que ele desaparecesse?

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    1. Ó anónimo das 12:54 que pergunta tão estupida!!! Até mães de filhos, que amam os seus filhos desejam por vezes que eles "desaparecessem" quanto mais não seja porque estão cansadas, exaustas ou tiveram um dia mau. Podem não dizer, mas por vezes pensam. E não acho que amem menos os filhos por isso. É um momento de desespero, que me parece que é o que teve a autora quando escreveu este segredo.

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  8. Se um dia tiveres um filho, que não tenha o azar de ter uma "madrasta" como tu!

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    1. Melhor comentário de todos. Já fui madrasta e amo aquele menino como se fosse meu apesar de reconhecer que é difícil mas quando comecei a namorar o pai já sabia

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    2. Amas como se fosse teu??!! Jura!!! Vamos considerar uma situação
      hipotética: se o teu filho legítmo, feito da tua carne e do teu sangue, estivesse preso num edifício em chamas e essa menina estivesse presa no mesmo edifício mas no extremo oposto e só houvesse tempo de salvar um deles antes que o edifício ruísse, qual é que salvavas? O teu filho, carne da tua carne ou essa menina? Ninguém ama como se fosse filho. Pode gostar-se muito, mas filho é filho. Ninguém "ama como se fosse filho". Nas situações críticas o sangue fala mais alto.

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    3. Anónimo das 22:32: Parir é dor, criar é amor! É sim possível amar como se fosse nosso e quem o sente, no cenário que apresentou, sentiria a angustia de ter dois filhos em perigo. Apenas isso, sem sangue ou com sangue. E eu falo com conhecimento de causa. Portanto não ponha o amor numa balança condicional pois isso já vai contra o significado do amor por um filho (de sangue ou não): Incondicional, sempre!

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    4. Como é obvio, o amor não depende de sangue. Ou os nossos parceiros seriam os nossos próprios parentes lol. Pense nesse absurdo, oh comentador das 22.32.

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  9. Nada como dialogares com o teu marido! Será difícil como já disseram mudar o comportamento do "garoto" mas tem de começar pelos progenitores neste caso há que falar com o marido e dizer lhe isso.

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  10. Eu sou a pessoa idosa que está em França e comenta muitas vezes,só para dizer que chegado a um ponto a pessoa tem que se impor e dar educação.
    Apesar de sermos avós e bisavós,temos ainda netos pequenos.
    Há uns quatro anos,como hábito nas férias,tenho os meus netos que moram longe perto de Paris,
    Embora eles tenham jardim e terreno para estarem à-vontade eles vem para a província que os ares são melhores,temos muito jardim,muito espaço e animais,alem disso são os únicos netos que vemos menos porque estão a bastantes quilómetros de nós.
    Nós damos-lhe muito carinho,compramos coisas fazemos as vontades no que vemos ser razoável,são educados,dizem sempre obrigado,faz favor ect,sempre foi assim desde pequeninos.
    Uma vez,há quatro anos,os pais esqueceram-se de nos deixar o doudou,um bonequinho para dormir,o miúdo não se calava,eu tinha pena dele,eu dava-lhe outros que tinha aqui,dava-lhe da irmã,nada a fazer,eu dizia-lhe que estava-mos muito longe,mais de 400km e que não havia maneira de buscar o doudou(ele tinha 4 anos)chorou até de madrugada,eu acarinhava,eu punha-me ao pé dele,nada !!!
    Foi então que cheia de nervos lhe atirei um grito,tens ai muitos bonecos,a mamam e o papá vão mandar pelo correio,mas hoje vais te calar e...jáaaaaaaaaaaa !!!
    Fiz um autoritarismo batendo com o punho na cómoda e senão te calas levas no rabo(eu nunca lhe batia)mas o grito que lhe dei chegou para saber que com a avó não se brincava,ele não conhecia aquela avó que gritou com ele,tinha que fazer atenção.
    O rapazinho calou-se em menos de um minuto,passou a noite a dormir,eu de vez em quando ia ver,ele estava a dormir sossegado,com outro boneco na mão.Telefonei à minha filha que me mandou o boneco pelo correio,sabem?na noite a seguir aceitou outro boneco da irmã,não fez guerra nenhuma,deitou-se normalmente,dormiu toda a noite até que o boneco viesse pelo correio.
    A criança não tem culpa,é os adultos que fazem a sua educação,os meus filhos nunca tiveram só um boneco oficial para dormir,era um ou outro nunca deixei agarrar a um só porque a criança quando o perde,perde o mundo,perde o seu amiguinho.
    Não gostei de ler que odeia a criança,se fosse seu filho também a odiava? não deve ser grande prenda! dê-lhe educação,carinho,faça como eu: AUTORIDADE quando ele precisar) e muito amor e carinho no dia a dia,lembre-se que já foi pequenina,como é que foi?talvez até pior,quem sabe !!!

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    1. Muito bom comentário.
      O adulto não é a criança. A autora parece querer exigir de uma criança um comportamento de adulto, para assim não afectar a sua vida e a sua relação com o pai. Muito mau!

      Eu até imagino como o seu coração encolheu e sentiu-se mal por ter de dar esse grito. Mas é assim o papel VERDADEIRO de um educador. Tem de se impor limites, após muito se tentar explicar por bem.

      Se a autora do segredo tivesse a sua história, culparia a criança de quatro anos por não entender que o brinquedo estava a 400 km de distância... e acusava o pai, você e os irmãos de a mimarem demais.

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  11. as mulheres antigas, Mulheres com M grande, saberiam resolver isto com paciência, mimando o marido e a criança. mas enfim....hoje, quase todas as mulheres são incapazes do menor esforço, e estão fadadas a acabar sós

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    1. Mimando o marido e o filho e ter que aturar um pirralho mal educado? O filho é dele, é ele que tem que o educar. A madrasta tem apenas que o tratar bem!
      O seu comentário é de homem com h pequeno!






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    2. Mimar o homem para calar a criança? Era o que faltava , ele não fazer o seu papel de pai e ainda levar mimo da nova mulher que nem é mãe do puto.
      Homens e crianças, para si, são a mesma coisa.

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    3. Cuidado com as generalizações.

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  12. Já pensou que um filho seu, pode "sair", assim!!! Mesmo sendo educado por si?

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    1. Muito verdade.
      E muito provável!!

      Porque se denota que então esse 2º filho teria de competir e sair a ganhar com o outro...

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  13. Nem quero imaginar o que será isso. Isso era um inferno para mim. Não gosto muito de crianças e então tentar educar e os outros a estragar...muita sorte para ti.

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  14. "Odeio o filho do meu marido. Não tem como gostar."
    Podes ou não ter alguma razão, mas vê bem o que escreveste.
    4 anos tem a criança. Tentei lidar com ele, tentem fazê-lo entender.
    Repara, ele será eternamente filho do teu marido, já tu não sabes, não é?
    O problema é ele ser só "mimado" ou é por ser filho de outra mulher e isso causar-te ciúmes?
    Sem ofensa, mas tu hás-de ser fresca para odiares uma criança!

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    1. Eu nao odeio crianças mas acho que algumas sao insuportaveis e até psicopatas. O que fazer quando vivemos/privamos com esse tipo de crianças e nao temos autoridade para as educar?
      É que esta claro que o pai acha o seu menino um doce.

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    2. Oh senhora cale-se, que as crianças não sao esses mini deuses como se fossem vacas na Índia. Ha crianças extremamente insuportaveis, com o seu próprio feitio, por muita educação que recebam. Nenhum ser humano é uma folha em branco quando para cá vem, estejam cientes disso. E a autora é humana! Para dizer o que disse com certeza já foi levada ao limite por esse mini deus criança perfeita inocente e rocócó pra frente e rocócó pra trás. Va, chame-me fresca tambem.

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    3. Eu não sei se no meio da situação toda se a criança será o único com a idade mental de 4 aninhos.

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    4. Desculpe, não digo que não possa ter razão, mas que há crianças odiaveis há!
      Nem todas as crianças são inocentes e com boas intenções. Muitas são egoístas, e nem sempre é culpa dos país.

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    5. Desculpem, mas pode até existirem casos de crianças PSICOPATAS (!!!!) e MÁS mas dizerem que são muitas isso é que não. A maioria das crianças são boas e se não são, poucas o devem à sua natureza, tanto quanto o devem aos adultos que as cercam.

      POUCAS, só mesmo casos isolados, de doença psicológica, nascem com uma condição irreversível de aptidão para a violência e crueldade. E se trata de uma CONDIÇÃO.

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  15. ir ao psicologo fazer terapia familiar, alternando com terapia para a criança

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  16. Pensa bem, é com esse homem é respectiva mae, tias, ex mulher, bla bla bla que queres constituir familia?
    Estas interessada na maternidade e achas que essas pessoas sao boas a educar crianças ?
    Esse homem educa bem uma criança ?
    Queres ser a parceira de um mau pai?

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  17. O problema nao é o filho, é o pai. É um mau pai.

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    1. Ou mãe. Visto que ele passa mais tempo com ela.

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    2. Ou a madrasta, que se calhar está a extrapolar toda a situação e a criança apenas está a refletir o odio que ela declara lhe ter.

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  18. Tens mesmo que falar com o teu marido. Ele é o pai e é responsável. Mas antes disso também tens que pensar no que é que é aceitável para ti e no que não é. Quais são os teus limites? E de acordo com a conclusão a que chegares deves impôr algumas regras aí em casa.

    Quando me juntei passei por uma situação semelhante, porque o meu marido só sabia dizer sim. Ainda hoje é difícil, mas melhorou bastante. A criança não tem culpa, mas também não pode fazer tudo o que lhe dá na veneta só por ser filho de quem é. As crianças têm de ser educadas para a sociedade, isso implica aprender a respeitar os outros.

    Outra questão que te deves colocar é qual o tipo de relação que queres (ou consegues) manter com a criança. Porque...isso é inevitável. Vês-te a contribuir para a educação dele activamente, como algumas pessoas sugeriram em comentários anteriores, a inventar "jogos" para arrumar brinquedos, ou preferes manter a relação mais superficial? Eu não tenho pachorra para isso e optei pela segunda opção. Qualquer uma delas é válida desde que respeites a criança. Não tens que adorar tê-la aí em casa ou ser "mãe postiça", mas tens que ter uma relação amigável e cordial, ainda que não muito profunda.

    Eu prezo muito a paz na minha casa e viver em ambiente de bulha não dá para mim. Uma das regras que impus foi que o meu marido era o educador do filho e, como tal, ele é que tinha que tomar medidas quando a criança passa dos limites. Porque eu não sou mãe dele e se me meto para repreender vou ser sempre a má da fita.

    Sei bem o que é aturar o filho dos outros e só desejar que chegue a hora de ele ir embora. Por exemplo, o filho do meu marido só largou as fraldas com 3 anos e tal e chegou a defecar no quarto atrás da porta 2 ou 3 vezes. E fazia chichi no mesmo sítio também. Quem limpou?! O pai, claro, porque permitiu que a situação chegasse aquele ponto. Tenho uns quantos "tesourinhos" destes para recordação, não foi a única vez que senti vontade de ver o puto peloas costas. Sinceramente não acho que isso faz de mim má pessoa. São situações muito difíceis, principalmente quando nós não temos filhos por opção, como é o meu caso. Por outro lado, eu não desejando ter filhos, é da maneira que estou com um homem que já tem a questão da paternidade resolvida.

    Além de ser ele a impôr limites ao filho achei também que o tempo dele com o filho é o tempo dele com o filho. Quando o miúdo vem se eu estiver com pachorra estou, se não estiver, não estou. Aproveito para passar tempo com a minha familia e os meus amigos ou passar algum tempo sozinha a fazer algo que goste. No início obrigava-me a criar o "cenário" da familia feliz, que era algo que me aborrecia um bocado, mas como o meu marido gostava... Enfim, deixei-me disso. O marido não gostou muito mas agora entende que fazer algo por obrigação é algo que nenhum de nós quer.

    Terceiro e último, na minha cadela ninguém toca. Quando apanhei o puto a bater na minha cadela de punho fechado virei-o do avesso e dei-lhe uma palmada no rabo. Foi a única vez, ficou avisado que da próxima não ficava por ali. O pai ficou avisado também que se a situação se repetisse dava um par lambadas no puto em vez de palmada, até porque a minha cadela é uma paz de alma e não fez nada para merecer. A resposta do pai de "ele estava a fazer experiências naturais na idade dele" para mim não me encaixam. A última pessoa que ameaçou a minha cadela antes da criança por pouco não lhe saltei para cima. Resumnindo: na minha cadela ninguém bate, nem a brincar nem a experimentar nem a fazer de conta!!

    Espero ter ajudado e que isto tudo te seja útil de alguma forma. Outra coisa... Se a ex do teu marido for tão "querida" como é a ex do meu marido, ela ía adora saber que o filho dela serve para vos perturbar. Não lhe dês esse gostinho. Força e calma.

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    1. Portanto na sua cadela ninguém bate mas bateu numa criança sem qualquer problema. Lindo.
      Portanto, quer ensinar a uma criança, através da punição física, que a punição fisica não é aceitável? Parece-me uma excelente ideia.

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    2. Claro que bati! Uma palmada não é tareia. Além disso a crianca mereceu porque bateu no animal primeiro e sem razao nenhuma. Tinha que perceber que "bater" não é bom e serviu-lhe de emenda. E se quiser que os seus filhos se tornem adultos que batem em animais, força! Permitam esse tipo de comportamento.

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    3. Fez muito bem de marcar a sua posição. Se alguem batesse no meu cão eu também me passava dos carretos e não me interessa se era criancinha de 4 ou velhinho de 84. Fez você muito bem!

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    4. Eu não acho que se deva permitir o bater seja no que for ou em quem for.
      E deu uma palmada na hora mas pelo que disse numa próxima vez faria mais...ora isso faz de si o quê em comparação com a criança?! É que supostamente têm idades distintas, não é?

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    5. Já agora... Os seus pais a si nunca lhe deram uma palmada quando se portou mal? Eu sou do tempo em que dar uma palmada na hora certa era o adequado. Sempre achei que era melhor do que não dar. FFoi o que fiz com os meus filhos e acho que se tornaram homens com carácter. E o que tem a ver a idade da criança com o resto? Você pelos vistos acha que sabe tudo. Resta saber se tem filhos bem educados.

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    6. Eu ca' vejo a diferença entre os que levam palmada e os que não levam palmada. Estranhamente, os que levam palmada são mais bem educados. Sou totalmente a favor da palmada quando o miudo não quer perceber depois de explicadas as coisas ou em comportamentos graves. Palmada não é tareia!

      "Ah coitadinho não se pode dar palmada, pobrezinho". Como criar vitimas mimadas em 2017.

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    7. Anónimo 24 Março 19:15
      Fique sabendo que eu levei muita porrada em miúda. Muita mesmo. Eu e os meus irmãos eramos saco de pancada para todas as frustrações.
      Por coincidência também tínhamos 2 cães, que levavam ainda mais que nós (e ouvi-los a ganir e não poder fazer nada para os ajudar... nem imagina o que é - ou ouvir os meus irmãos a gritar e estar trancada no quarto para não poder ajuda-los... )
      E não é por ter levado tareias atrás de tareias que sou uma pessoa fora de série. Muito pelo contrário. Tenho muitos problemas, dificuldade de relacionamento, sou extremamente intolerante, agressiva e por vezes má, muito má. Para ser muito honesta eu sou uma pessoa horrível, egoísta e que se está pouco lixando para os outros.
      E não, não fui mimada.
      A não ser que chame a levar murros, pontapés, puxões de cabelo e ser atirada por uma escada abaixo, miminhos de mãe. Se for assim, então houve muito mimo lá por casa.
      Por isso, como vê as pessoas que levam pancada não são propriamente as melhores pessoas (não são de certeza melhores do que as que foram super mimadas pêlos pais)

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    8. As pessoas falam do palmadas e alguém fala em murros e pontapés.
      Realmente falta-lhe com senso.

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    9. Concordo com o Anónimo 23 de março de 2017 às 21:29.
      As crianças por vezes gostam de brincar com os animais conforme brincam com o tampo da mesa quando estão a comer: dão murros. Isso não as faz mal intencionadas. Quando se percebe que há noção e intenção de causar dor isso sim, impõe uma palmada, uma rigidez imediata. Não que não se possa agir assim mesmo que não haja má intenção mas... também não gostei do tom de ameaça e essa de "ninguém toca". "Se estou estou, se não, vou sair com amigos". Mas compreendo porque cada qual sabe de si e há cada vez mais pessoas que só pensam em si.

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  19. Querida, os conselhos a cima são todos muito bonitos pois é fácil criticar, mas acredita, o meu irmão começou a namorar uma mulher quando o filho dela tinha 4 anos. O miúdo era tal e qual como descreves o filho do teu marido, mas pior: como o padrasto era o meu irmão, o miúdo era agarrado à mãe até mais não. Dormia com ela, esta sempre que ia às compras comprava um brinquedo ao filho (talvez para compensar a falta do pai), fazia xixi sentado como a mãe, não andava no infantário e quando foi chorou o dia todo e a mãe tirou-o de lá etc. Assim que o meu irmão começou a ser figura permanente na vida dela e do filho, começaram os ciúmes e o mau comportamento perante o meu irmão. Conclusão? Ela para tentar impor-se dava livre trânsito para o meu irmão também interagir na educação da criança, mas quando discutiam, tirava esse poder, ficava do lado do filho, passavam dias sem falar com o meu irmão enfiada no quarto com o filho a ver desenhos animados até que se separavam e ia cada um para o seu lado. Até que ela tomava consciência, pedia desculpa, dizia ao filho para respeitar o meu irmão e voltavam a namorar. Até quando viviam juntos o meu irmão teve muitas vezes as malas à porta. Isto aconteceu várias vezes desde 2010, voltavam, acabavam e agora, a criança com 11 anos, está pior que nunca. Por isso, ou vocês tomam medidas drásticas ou só tende a piorar com os anos e depois é mais um caso de um adolescente/adulto perdido por aí.

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    1. É certo que eu só pude optar lidar desta forma porque a criança não vive connosco. No caso do teu irmão o puto vivia com a mãe, o que complicava as coisas porque estava sempre lá. Se o filho do meu marido vivesse lá em casa claro que ou o meu marido se tornava mais acertivo ou a nossa relação rápidamente se degradava. Mas eu também já lhe disse isso. Com a criança a mandar...no dia a dia era insustentável.

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    2. Portanto acha mesmo que a culpa é da criança? Ou da mãe?
      É que me parece claramente uma falta de capacidade da mãe em dar educação, como deste caso é dos adultos também.

      E é muito fácil criticar quando se trabalha directamente com pessoas que são precisamente assim e quando mudam o comportamento as crianças passam da água para o vinho... nos anos todos em que trabalho nisto ainda não tive uma única situação onde a criança fosse psicopata ou fizesse as coisas por maldade pura. Sim há crianças assim mas são raríssimas e na maioria dos casos a maldade não está nas crianças...

      Se não são capazes procurem quem oriente: terapias familiares, programas como "os anos incriveis", por exemplo, psicólogos, psiquiatras, etc. Mas neste tipo de situação o mais importante nem é o acompanhamento da criança (usualmente perfeitamente sãos e normais) mas sim dos pais/cuidadores.
      Se não têm dinheiro para ir pelo privado há hospitais públicos a oferecer este tipo de programas aos pais.

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    3. Anónimo das 12:22,o miúdo anda no psicólogo desde os 6 anos e recentemente passou para o psiquiatra. Agora pensa.

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    4. Está mais do que provado que toda a nossa vivencia na infância influencia a pessoa em que nos vamos tornar.
      Se esse miúdo com 11 nos já precisa de psiquiatra é obvio que não teve uma infância normal que o permitisse tornar-se numa pessoa saudável.
      E sim, a culpa é de todos os adultos responsáveis por esse miúdo. Eram eles (pais, namorados dos pais, familiares, educadores, etc) que deviam garantir a que a criança tivesse uma infância que lhe permitisse crescer com normalidade.
      Não interessa se o problema foi falta de disciplina, ciúmes, whatever. A responsabilidade de educar a criança é dos adultos. São os adultos que têm de garantir as condições para que a criança possa vir a ter um desenvolvimento normal.
      Se se demitiram dessa função, se não souberam agir da melhor forma, ou o que quer que seja, a responsabilidade é dos ADULTOS.
      E esse miúdo, já está com a vida lixada (aos 11 naos já precisa de um psiquiatra) porque quem devia ter cuidado dele como deve de ser NÃO O FEZ.
      Por isso a culpa não é de certeza do miúdo, mas infelizmente para ele, da porcaria dos adultos com quem teve o azar de se cruzar.
      Lamento muito pela criança, muito mesmo.
      Porcaria de pais, de mães, de familiares, de namorados de mães ou de pais, de educadores, de todas as pessoas que vêm este tipo de situações e permitem que se dê cabo de uma vida assim.

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    5. Muito bem dito, anónimo das 1.31!
      Cada vez mais adultos a se discartar de responsabilidades alegando falta de ligação de sangue como se isso justificasse alguma coisa sem ser expor o seu alto egoísmo e enorme amor por si mesmo e pelas suas próprias necessidades. Como quer ser amado/a pelo parceiro sentem ciúmes de quem também deve ser amado. E tentam minar esse amor ou então impõem regras tais, só para se sentirem com o poder supremo. No comando. Preferidos/as.

      Ai... Pobres crianças.
      Tb concordo com o anónimo das 13:15(o mesmo?).
      RAROS casos existem em que a criança demostra sinais de psicopatia. Requer muita dedicação - cuidar de uma criança. Simplesmente há adultos demasiado centrados em si mesmos, egoístas, que não querem isso para si. Alguns culpam as crianças. Outros, felizmente, como já li por aqui alguns exemplos, não seguem essa linha e acabam amando as crianças como se de si tivessem nascido. e mesmo que se separem dos pais, o afeto pelas crianças permanece.

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  20. Vê a questão pelo outro lado. Vocês adultos andam neste mundo há dezenas de anos. Pai, mãe e madrasta e não conseguem resolver "coisas".
    A criança, anda cá há 4 anos e é suposto já perceber como isto funciona.
    Se os adultos não ensinam como vão as crianças aprender.
    Na minha opinião as crianças precisam de mimo, de segurança (física e emocional), de regras e compreensão. Bater de frente com uma criança que não percebe o meio onde se move, sem se sentir segura e verdadeiramente amada, é fazê-la reagir a algo que lhe é desconhecido e fazem-no normalmente com más respostas, maus comportamentos, birras e agressividade, querendo impor-se, quando na verdade é só uma necessidade de se afirmar "estou aqui, estou aqui".

    Paciência, muita paciência, carinho e firmeza.

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  21. Boa tarde. Não li os comentários anteriores, vou simplesmente dizer o que penso.
    Em primeiro lugar, não és obrigada a gostar de ninguém neste mundo, nem sequer dessa criança. Nem ela de ti.
    Mas tu casaste com o teu marido... E ele tem um filho, filho esse que ainda é muito pequeno, e com quem vais ser obrigada a conviver ainda por uns bons anos.
    Ou arranjas forma de tentar lidar com isso, ou acabarás por ter conflitos com o teu marido. Porque o filho é como se fosse parte dele. Mesmo que até quisesse, ele não teria forma de fazer de conta que não tem um filho.
    Pode ser que o miúdo melhore o comportamento ao crescer... Mas também pode ser que não.
    Aconteça o que acontecer, neste momento a existência dessa criança define o teu papel nessa família. Tu és a madrasta... Como te vês nesse papel?
    Se não gostas e achas que nunca vais gostar, acho que tens de repensar o teu casamento. O miúdo não vai desaparecer.
    Espero que consigas ficar em paz de alguma forma.

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  22. Oh senhora, espero que o teu marido descubra rápido quem tem a seu lado. Como dizem vocês brasileiros, marido/mulher não é parente! O filho sim é de sangue e vai ser sempre. Já a senhora vai colher o que está a semear!

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    1. E muito facil julgar quando nao se tem um pirralho mimado a fazer a sua vida num inferno. Eu imagino o que a senhora esta a passar, a posicao de madrasta e ingrata e se ela reclamar ainda passa a ser a ma da fita. Os pais gostam dos filhos e ficam tao cegos que nao lhes dao educacao e depois os outros e que os tem que aturar. Se fosse ao contrario aposto que ele nao ia gostar!!

      Peco desculpa a maneira de escrever mas nao tenho acentos nem cedilhas neste teclado

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    2. Deixe la os acentos e as cedilhas, esteve muito bem no que disse :)

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    3. tem toda a razão... Comentador original!

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  23. Cabe-nos a nós adultos criar as condições para que as crianças tenham uma infância normal e possam crescer e tornar-se adultos saudáveis.
    Se a autora do segredo visse que o filho do seu marido levava tareias todos os dias e era abusado e humilhado verbalmente, conseguia facilmente perceber que o comportamento do miúdo (fosse ele qual fosse, imaginemos que o miúdo era agressivo, mau e mal educado) era sem a menor duvida resultado da forma como estava a ser tratado.
    Ou seja, quando as situações são obvias é muito fácil perceber e entender a "dor" dos outros.
    Quando as situações não são tão obvias as coisas piam mais fino. Este miúdo é malcriado, desobediente, com as rotinas mal estabelecidas, birrento... e será consequência do quê?!! Será resultado do quê?
    O que é que acha que leva uma criança (de 4 anos) a ser assim?!!
    (e não, o miúdo não é o Damien da serie de terror)

    Dos adultos que, infelizmente para ele, tomam conta dele e o educam.
    A mãe, o pai, a família, as namoradas/namorados dos pais, etc. Toda a gente está a falhar com esse miúdo.
    Mas pasme-se , segundo uma série de comentários, a culpa é o do miúdo!
    O miúdo que tem 4 anos, e que só é aquilo que os adultos o ensinaram a ser...
    Tente ver com o seu marido como poderão educar o miúdo (como educaria o seu filho). Se não o conseguem fazer sozinho peçam ajuda, peçam ajuda para lidar com esta situação.
    (e não, não é o miúdo que precisa de ajuda - são vocês. Vocês é que precisam de ajuda para lidar com esta situação - porque, claramente não estão a fazer o que devem...
    quer dizer, se não fizerem nada, daqui a uns anos quem vai precisar de ajuda vai ser o miúdo).

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    1. Concordo inteiramente com este comentário. Já acima tinha escrito um pouco nesta linha.

      Agora vou dar um exemplo "pequenino": O meu filho teria 2 anos e sendo sempre uma criança bem disposta, a partir de determinada altura, assim que chegávamos a casa no final do dia, ficada bravo. Fazia birras, chorava, atirava os brinquedos. O que percebi foi que "apenas" precisava que me sentasse com ele no chão da sala e brincasse com ele por 5 /10 minutos. Precisava de estar/brincar comigo depois de um longo dia afastados.
      5/10 min de brincadeira e já podia ir tratar do jantar, da casa e afins sem birras, choro.

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    2. Mais uma vez, MUITO BOM COMENTÁRIO!
      Não existem cursos para se fazerem bons pais e bons educadores...
      QUEM PRECISA DE AJUDA são os adultos.
      a criança só tem um problema na vida: os adultos que a cercam.

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    3. Anonimo 10.49 - Não conheço UMA UNICA CRIANÇA que não goste e não queira estar com os pais. Para elas é a maior felicidade do mundo. E para os adultos também devia ser, porque pode até ser um bálsamo de vitalidade, esses momentos de cumplicidade com uma criança.

      O stress da vida, do emprego... tudo torna-se minúsculo diante de uma brincadeira com popós, de um comentário inocente, de um abraço...

      Para as crianças, quando chega o final do dia, quando saiem do infantário/escola whatever - é a melhor parte do dia, porque é a altura em que vão finalmente estar com as pessoas que mais amam no mundo: o pai e a mãe.

      É obvio que não vão querer chegar a casa e dormir. Querem que os pais participem nas brincadeiras e lhes dêm atenção.

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  24. Se não quisesses ser julgada não vinhas para aqui expor-te.
    Mas isso é outro aparte. O que sobressai no teu comentário é a tua falta de noção de... muita coisa. Estás a falar de uma CRIANÇA! E de quatro anos. Por mais indisciplinada que possa ser - ainda não aprendeu a VER AS HORAS para saber se às 4 da manhã pode ou não acordar... É uma reação pura acordar. Não existem noções de TRABALHO na cabeça de uma criança de 4 anos, ou de HORÁRIO... Surpreende no teu comentário a tua incapacidade de entender que a adulta ÉS TU. E também choca a palavra ODEIO. Odiar alguém é tão forte... e vais odiar uma criança, ainda por cima.

    Sobressai também uma certa incapacidade ou até imaturidade? Falta de compreensão e egoísmo. Não que não saiba o quanto uma criança nos pode deixar exaustos, porque sei. A privação de sono então... pode ser tortura. Mas cá está: CRIANÇA versus ADULTO.

    Se querem que a criança aprenda, é o ADULTO que tem de ensinar. Afinal, quem é que está com a capacidade cognitiva mais avançada? A de quatro anos ou o de 30 ou 40?

    Uma criança não deve ser mimada por ninguém. Pelo menos não ao ponto de não se colocar limites. Mas o que muitas vezes acontece é que o problema não é da criança - ela é a inocente no meio de tudo - e sim dos ADULTOS que a cercam. Denoto uma certa incapacidade tua para tentar entender que necessidades possa a criança ter. Ter mimos e ter amor são coisas diferentes. E de tua parte parece-me que não estás disposta a amar a criança, a menos que esta não te dê trabalho nenhum. Aliás, queres que desapareça, não é mesmo? Isso já me diz que queres o homem, mas não queres a bagagem. Estás muito centrada em ti e não queres dividir as atenções dele com ninguém, menos ainda com uma criança que este teve com outra mulher.

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