quarta-feira, 31 de maio de 2017

Segredo.31.15


18 comentários:

  1. Não ficas triste por altruísmo... Ou egoísmo?

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  2. O mais importante, o filho preferiu viver com o pai, e ficou feliz com essa opção?

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    1. Secalhar nem foi o filho a decidir isso...

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  3. É whatever!
    Um dos dois teria de ficar a ver o filho ir morar com o outro -.- portanto tanto faz. Para quÊ ficar triste, há lados positivos e isso ia existir tanto para um ou pra o outro, dependendo do que fosse decidido.

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  4. estás a dizer que ficaste feliz por não teres ficado com o "estorvo"?

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    1. Ela não disse que ficou feliz. Disse que não ficou triste. É diferente.

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  5. Se não ficou triste é porque foi você própria a promover isso...

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  6. Sou mãe e faria-me imensa confusão se a minha filha não vivesse comigo até aos 18 anos, depois dos 18 era aquela coisa, porque aí, já será maior de idade e já vai poder decidir por ela, mas até lá, quero-a "debaixo do meu olho"! Mas isso sou eu... cada um é como é e tem o direito de pensar e agir da forma como quer. Mas tou ciente que a autora não menciona a idade do filho, isto foi apenas a minha opinião.

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    1. E muitos país também pensaram o mesmo. Como se resolve? Só se for guarda partilhada.

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    2. Por acaso, está enganada. Qualquer criança, a partir dos 14 anos, pode decidir com qual dos progenitores quer ficar!
      Por outro lado é impressionante o egoísmo das mulheres, que definem logo, que os filhos é para ficarem com elas, ignorando o sofrimento de muitos pais por só verem os filhos ao fim de semana.
      Felizmente que hoje muitos pais, querem a custodia partilhada. É um direito deles, e dos filhos.
      No meu circulo de amigos, tenho 4 casais de amigos que partilham a guarda, e todos são felizes.

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    3. Eu também quereria o meu filho a viver comigo até pelo menos atingir os seus 18 anos mas sei que além do pai desejar o mesmo, há o superior interesse da criança. E no meu caso e provavelmente na grande maioria dos casos, o superior interesse deles é precisamente a guarda partilhada. Não partilhada no sentido de ver os pais 2 fins-de-semana por mês mas partilhada no sentido de terem os pais igualmente envolvidos e presentes na sua vida. Seja a viver com os pais o mesmo periodo de tempo ou simplesmente terem acesso constante a ambos os progenitores.

      Acima de tudo, o que me parece que acontece é que na grande maioria dos casos as pessoas não querem pensar no melhor para os seus filhos mas sim no que é melhor para eles próprios, outros ainda têm como único objectivo prejudicar o ex, não se apercebendo que os mais atingidos pelo egoismo são os filhos.

      Não sei o que a autora do segredo quis dizer com o segredo, se não quer ter a responsabilidade, se gosta da liberdade ou se simplesmente percebeu que os filhos preferem o pai e ficam melhor com ele.

      Eu conheço um casal que pelas posibilidades financeiras que tem, mantiveram a casa de familia para os filhos e são eles que se mudam de 15 em 15 dias para lá. As crianças nunca saem do ambiente delas e têm os pais igualmente presentes.
      Duvido que a grande maioria das pessoas tenha condições financeiras para tal mas parece-me mesmo a melhor das opções.
      Por outro lado, conheço casais onde para darem estabilidade aos filhos a criança vive com a mãe (podia ser com o pai mas ambos concordaram que fosse em casa da mãe) mas o pai vai buscá-los a casa ou à escola, leva-os aos treinos, fica a fazer os trabalhos de casa com eles, dá-lhes o jantar e volta e meia também dormem na casa do pai mesmo não sendo pelo calendário estabelecido pelo tribunal mas sim por mútuo entendimento.

      Se algum dia eu passar por um divórcio espero honestamente conseguir manter o discernimento e fazer aquilo que é o melhor para os meus filhos e não aquilo que eu quero.

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    4. Anónimo1 de junho de 2017 às 15:32 - Nem mais.
      Há mães que só olham para o seu umbigo e não percebem que impondo a condição que o filho fica exclusivamente com elas estão a ser extremamente egoístas. Se é bom ter o filho sempre connosco? É. Se morremos de saudades sempre que ele vai para o pai? Sim. Mas será melhor para o filho ter os dois pais igualmente presentes ou apenas a mãe? Acho que tb é fácil responder a isto.

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    5. Não esquecendo que, na maioria das vezes, são os homens que não querem partilhar a guarda dos filhos...

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  7. Agora tens mais liberdade... era isso que querias? :P

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  8. Aquilo que mais amamos deixamos em liberdade.

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  9. Este segredo deixa margens para mil e uma suposições, e é muito fácil julgar e atirar pedras, sem saber o que está por detrás.

    Eu e o meu irmão ficámos a viver com o meu pai depois do divórcio dos meus pais. Não sei se a minha mãe ficou triste ou não, sei que foi o melhor para nós e espero que ela tenha tido a capacidade de perceber isso.

    Ficar com os filhos depois de um divórcio não é dever exclusivo da mãe, e nem é sempre a melhor opção. A sociedade é que acha que sim. E depois há mães, como a deste segredo, que se sentem pressionadas a ficarem tristes numa situação destas. Mas as coisas não são assim tão lineares.

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  10. A minha interpretação do segredo é que a autora provavelmente não estava preparada para ser mãe e o facto do filho ter ficado com o pai foi um "alívio". Há muitos casos assim mas a sociedade incute que todas as mulheres têm de ser mães e estão preparadas para tal.

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