quarta-feira, 21 de junho de 2017

Segredo.21.17


48 comentários:

  1. Se não ficou com ele, então não teve nada...

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    1. Teve sim, deixe-se disso.

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    2. Claro que teve,o bébé nao nasceu de combustão.

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    3. Anónimo das 18:31,

      Teve uma coisa que já não tem? É como se nunca tivesse tido nada. Por isso, deixe-se você disso...

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    4. Sinceramente "Francisco o Pensador", "Teve uma coisa que já não tem? É como se nunca tivesse tido nada"...a sério? Então se você teve uma relação que acabou, significa então que ela nunca existiu: Se teve um cão , um gato ou um filho que morra, significa então que nunca os teve, é isso? Se você plantou uma arvore, ela cresceu e floresceu, mas você nunca mais a viu porque a plantou, mas foi-se embora, isso anula o facto de ter sido você a fazê-la nascer? O parir a criança, que sim, é filho, ninguém lhe tira, por isso ele teve-o. Se ela é mãe ou apenas o pariu, isso já é outra conversa.

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    5. Linda teoria essa oh Francisco.
      O meu filho faleceu em 2015. Pela sua lógica nunca o tive!
      Francamente!

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    6. Francisco, dava-lhe jeito que fosse tudo preto ou branco.
      Compreendo...
      (In)felizmente não é assim.
      Mas dê-lhe tempo...você há-de lá chegar!
      Anónimo das 18:31

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    7. Um embrião não é um bébé nem um individuo....

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    8. Anónimos das 00:50, 05:49, 08:09, e 10:51,

      Compreendo que muitas vezes eu pareça viver numa dimensão à parte. Faço isso propositadamente, e os comentários que algumas vezes deixo aqui tem apenas o propósito de fomentar o debate. Mas para isso tenho que vender muitas vezes aquilo que chamo de " A ilusão da oportunidade". Ou por outras palavras, a ilusão de que meti o pé na argola.
      Mas vamos ao que realmente interessa. Uma verdadeira mãe nunca entrega o seu filho, seja quais forem as circunstâncias. E toda a verdadeira mãe sabe disso. As situações que pretendem comparar são de todo incomparáveis. Perder um cão, um gato ou um filho não é opção nossa. Deixar de ver algo que plantamos e cuidamos com carinho porque fomos forçados a ir embora, também não é opção nossa. Numa relação amorosa que acabou, é preciso avaliar se foi por culpa nossa ou se ela também se encaixa na falta da opção. Tudo se baseia na questão da opção. E uma mulher que entrega o seu filho quando tem a opção de ficar com ele, é uma mulher que nunca teve um coração de mãe. Logo, se ela não foi mãe...também nunca poderá ter tido o filho. Não existiu nada. Não teve nada. (Tentem contra-argumentar isto se puderem).

      (Ps: Não sou eu que quero ver o mundo à preto e branco, é o mundo que se apresenta assim. Dava-me jeito que ele fosse mais colorido mas nunca mais vejo esse dia chegar..)

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    9. Oh Francisco desta vez você esteve com a cabeça na lua "teve uma coisa que já não tem"...

      Anónimo 10.51 não sabe se foi um aborto ou se foi para adoção. O segredo não diz.

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    10. Anónimo das 14:10,

      Ouvi bem, "Desta vez"? Eh lá, tenho que considerar isto como um elogio. :)

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    11. Até teve uma saída airosa da argolada :)

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    12. Anónimo das 20:16,

      Sou muito bom naquilo que faço...hehehe :)

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  2. Ninguém precisa de saber. Alguns assuntos guardamos só para nós.

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  3. Que nunca se julguem essas circunstâncias da vida, que não acontecem só aos outros.

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  4. Desde que a criança esteja num lugar melhor e seja muito amada, prefiro essas situaçoes do que abortos , que infelizmente até parece que estao banalizados.

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  5. Que comentário tão, mas tão infeliz...

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  6. (: A decisão é sua, espero que esteja ou venha a estar em paz. Beijinho (:

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  7. Desejo lhe tudo de bom! É preciso amar muito uma criança para lhe dar um futuro melhor.

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    1. E há garantias de que o futuro da criança seja realmente melhor do que aquele que ela tinha por oferecer? A criança não pode ir parar nas mãos de um pai abusador por exemplo??
      Oh será que basta uma família ter dinheiro para tornar-se automaticamente perfeita? Francamente.

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  8. Sim, com esse segredo pelo menos seja mais compreensiva com os outros!
    Há pouco tempo, uma amiga fez um aborto mas criticava os cunhados que passavam a vida de férias!que grande moral aquelas pessoas que não se olham por elas abaixo!

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    1. Tem muita gente que fala mal dos outros, mas e forem olhar para a vida deles, ainda fazem pior.

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    2. Os cunhados fazem as férias que entenderem ou puderem e a sua amiga fez um aborto. Não há ligação entre as duas coisas. Nenhuma é crime. A sua amiga criticava os outros antes de abortar e está no direito dela de continuar (mesmo que isso seja falta de educação tremenda). A legitimidade que ela perde ao falar mal d'outrém estava perdida antes de abortar. E você faz o mesmo em relação a ela mas, pior, julga o carácter dela com base numa ação que só à sua amiga diz respeito. Não afecta mais nem menos a vossa suposta amizade. Ou não deveria. Ou não seja amiga de uma pessoa assim aos seus olhos.

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    3. Antes de aboRtar. Não invente! Fico triste que as pessoas gostem de criticar mas não olham por elas abaixo! Ė uma querida, já sofreu muito mas não deixa de ser invejosa com as coisas que os outros possuem!

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    4. Anónimo das 21:48,

      Quando você quiser comentar em jeito de resposta a alguém, tenha pelo menos o cuidado de identificar o destinatário, caso contrário todos os outros anónimos julgam que a resposta pode ser para eles. E bem sabemos como o peixe vende-se barato neste país.

      Anónimo das 10:30,

      Você percebeu o comentário do anónimo das 21:48 totalmente ao contrário. A lição que você quis transmitir no seu comentário, foi a lição que esse dito anónimo das 21:48 já conseguiu transmitir antes de si. Mais atenção, por favor.

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  9. Oh anónimo o que é que aborto e férias têem a ver ?
    Eu também já fiz um aborto, é por isso que sou uma assassina? Poupe-me essa idiotice de conversa !

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    1. Não compreendeu bem! No caso da minha amiga deveria ser mais humilde e não criticar os outros. Não contou nada aos pais e familiares pq não queria ser criticada mas faz isso aos outros! Entendeu?

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    2. Pronto, agora explicou-se bem. E fez-se entender e a sua observação tem mais lógica.

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  10. Porque é que cada vez que há um segredo destes, alguém tem sempre que vir falar de aborto? Aborto e adopção são duas coisas completamente diferentes. O aborto é uma alternativa à gravidez, a adopção é uma alternativa à maternidade. Uma coisa não substitui a outra e ambas são opções legítimas.

    Autora do segredo, tomou a opção que achou melhor. Ninguém tem direito de a julgar por isso. E não tem que dizer a ninguém se não quiser.

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    1. Não acha nada o quê? Que ninguém tem direito de a julgar? É que ninguém tem. Ela não fez nada de mal. Fez o melhor por aquela criança.

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    2. Pois tomou a decisão que entendeu, mas se tiver ido para adopção, que não se lembre agora que lhe começa a "pesar" na consciência de o/a querer... e ir fazer sofrer quem o criou até então !!!

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    3. Nao acho que "O aborto é uma alternativa à gravidez, a adopção é uma alternativa à maternidade".
      A respeito de dar para adopçao, nao é o ideal da vida de ninguem , mas é mil vezes melhor assim para o bébé, do que aborta-lo. Ela deu uma hipotese á criança para ser plena e feliz.

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  11. E a consciência não te larga , não é?

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    1. Consciência de quê? De ter feito o que era melhor para a criança? De o ter dado a alguém que o quisesse e o amasse? Isso não é motivo de vergonha. Não há razão para ter peso na consciência.
      No entanto, mesmo quando se toma a decisão certa, há sempre uma parte de nós que pensa "E se...". A autora do segredo provavelmente pensa como será este menino hoje. Não quer dizer que se sinta culpada de coisa nenhuma.

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    2. Anónimo das 18:10,

      É a consciência de quem não quer ter o trabalho de educar ninguém. A consciência do comodismo. A consciência do "Quero gozar a minha juventude mas um filho torna-se uma prisão". Mas numa coisa acertou, com uma mentalidade dessas o melhor que podia acontecer à criança foi mesmo ter sido dada.

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    3. É a consciência de quem sabe que não tem condições para criar uma criança (psicológicas, financeiras, seja o que for) e a deu a quem tivesse. Alguém tem que me explicar porque é que isso é condenável, porque eu não entendo.

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    4. Anónimo 23:19,

      Se teve condições para fazê-la também tem que ter condições para criá-la. Hoje em dia há sempre uma farmácia de serviço permanente e por isso não pode haver desculpas. Até as pílulas contraceptivas já são dadas de borla aos adolescentes. Neste momento algumas pessoas não tem condições para criar uma criança e no entanto tomam conta de 5. É uma questão de determinação e coragem. E não querer seguir o caminho mais fácil. Se não sabe porque é condenável dar um filho, então isso só quer dizer que nunca teve nenhum e não sabe o que isso é.

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    5. Eu tive "condições" para ter sexo desde os 17 anos. Por condições diga-se vontade, que é a única coisa necessária para o ato sexual. Mas condições para criar um filho, não tenho. Nem sequer quero ser mãe. Claro que tomo precauções, mas os acidentes acontecem.

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    6. Anónimo das 14:46,

      Sem querer você disse a palavra chave. Vontade. É mesmo disso que se trata.
      Quem teve vontade de fazer, também tem que ter vontade de criar. Se não há condições, cria-se. Procura-se. Faz-se tripas coração. Tenho a certeza ABSOLUTA que se a vida de uma mãe dependesse de acto de cuidar de uma criança, ela arranjaria mil e umas condições para continuar viva. Quando a necessidade se sobrepõe às desculpas, tudo passa a ser possível.

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    7. A sério que o Francisco não entende que a sexualidade e a parentalidade são duas coisas distintas? Eu não quero ser mãe, então, sabendo que há sempre a possibilidade de acontecer um acidente, não deveria ter relações sexuais? Era o que faltava...

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    8. Anónimo (12:04)

      A sério que você pensou mesmo que eu não conseguisse entender a diferença? A minha mensagem foi bem concisa. As pessoas não podem simplesmente querer assumir as partes divertidas da vida e depois atirar com as menos divertidas e/ou trabalhosas para as mãos dos outros. A vida humana não é nenhum jogo nem um brinquedo que se pode oferecer quando deixa de ter piada. Divirtam-se, façam muito sexo mas, depois, há que assumir também todas as responsabilidades que nos compete assumir.

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    9. Francisco, não concordo. Posso sim querer ter uma vida sexual ativa e não querer ser mãe. Como? Tomo precauções (até agora, não falharam) e, caso um acidente aconteça, interrompo a gravidez. Sem desculpas nem remorsos.

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    10. Anónimo (12:48),

      E quem disse que eu achava isso errado? Prefiro mil vezes ver alguém interromper a sua gravidez sem culpas nem remorsos (até porque não há razões para isso) do que ver alguém gerar um filho e entregá-lo às mãos dos outros como se aquilo fosse um empecilho na vida dela. Pode não parecer, mas esse gesto muda tudo.

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    11. Francisco, finalmente percebi. Continuo a discordar que se há vontade para fazer também tem que haver vontade para criar, mas de facto faz-me mais sentido interromper uma gravidez numa fase inicial que enviar um bebé (aí sim, um ser senciente) para uma instituição.

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  12. Cresci com uma mãe biológica que não me queria, e acredite que desejo muitas vezes que tivesse tomado a decisão de me ter dado para adopção.
    Autora do segredo, como já foi dito acima, ninguém tem o direito de a julgar. Fez o que achou que estava certo. Não há nada pior do que ser um filho indesejado.

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  13. Não sei o que lhe aconteceu, se o filho ficou com o pai (presumindo que o segredo é feminino), se não tinha condições monetárias, ou de outra ordem, mas posso dizer-lhe que acho este segredo muito triste.
    Quando digo triste não estou a condenar o que quer que seja, apenas acredito que, e enquanto mãe, isso lhe seja muito doloroso e que nunca será esquecido.
    A minha mãe e os seus irmãos viveram numa miséria extrema, alguns foram para o orfanato e ela foi "dada" a um casal que a criou como uma filha. Sei que isso foi muito doloroso para o meu avô biológico ( a minha avó já tinha falecido), no entanto penso que a alternativa seria bem pior.
    Você teve um filho que mesmo estanto fisicamente ausente, vive dentro de si.
    Espero que, esteja ele onde estiver, a sua decisão tenha sido acertada e que pelo menos consiga viver com isso.
    Não a recrimino embora, e pensando friamente, eu diga que nunca o faria...mas falar é fácil e a vida de fácil não tem nada.

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