sexta-feira, 21 de julho de 2017

Segredo.21.10


51 comentários:

  1. É melhor então nem iniciar a relação amorosa... o amor não tem preconceitos!

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    1. Mas tem sonhos...um dia querer ser mãe, e nao querer ser madrasta.
      Tal como poderia ser, querer um dia ser pai e nao ser padrasto.

      Sao sonhos viaveis. Nao sao preconceitos.

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  2. como não podes desfazer o que ele já tem, o melhor será não iniciar a tal "relação amorosa"...

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  3. Condicionada será sempre...
    Se puder, não se envolva e parta para outra, digo eu que fui casada com um homem que já tinha filhos...
    Tivémos o nosso mas nunca tivemos paz por causa dos filhos e da ex mulher. E a determinada altura, um dos filhos ficava connosco alternadamente por causa da guarda partilhada.
    Até gostava do miúdo mas não era meu filho e a nossa vida nunca foi o que imaginei porque havia sempre outros compromissos, pensões a pagar e por aí fora.
    O que quero dizer é que nunca foi uma vida a partir do zero...
    Por isso, não recomendo...

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  4. A sua reserva tem um certo fundamento. Mas se já possui confianças com ele, nada lhe impede de "sondá-lo" informalmente em relação a esta matéria (ter mais filhos com ele) antes de iniciar a relação amorosa que pretende. O resto é como em tudo na vida. Primeiro estranha-se, depois entranha-se...

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  5. Cada caso é um caso, e só tu saberás como lidas com isso. Quanto a ter mais filhos, é fácil: pergunta-lhe o quanto antes o que pensa sobre isso.

    Ter uma relação com alguém que já tem filhos não é um bicho de sete cabeças. Depende da pessoa, dos filhos e da/o ex. Eu já tive uma relação com uma pessoa que tinha dois filhos de um casamento anterior. Tive de me adaptar, claro, mas as crianças nunca foram um problema e dávamo-nos lindamente! Se quiseres falar, manda mail :)

    O essencial é tu saberes ao certo o que queres dessa relação... E isso só tu sabes!

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  6. A mim choca-me perceber que alguém que já tenha filhos possa assustar tanto outra pessoa. É como se as crianças fossem um peso e ao mesmo tempo um pesadelo. Existem pessoas sem filhos por quem nos apaixonamos que carregam pesos bem maiores do que filhos. Penso que é tudo uma questão de equilíbrio. Eu nunca deixaria de arriscar uma relação com alguém por quem sentisse algo bastante forte só porque essa pessoa já tem filhos.

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    1. Caro(a )anónimo(a),

      não são os filhos (normalmente, claro!). São as mães desses filhos. Transformam a nossa vida num inferno. E não tive azar, sou casada (2ª vez) com homens com filhos e ui.... elas são terríveis!

      Já a primeira ex mulher do meu actual marido é fantástica.

      Infelizmente não temos muitos casos em que as ex são "pacíficas" e normais, com bom senso. E isso não ajuda nada.

      Quanto à autora: honestidade acima de tudo e muito diálogo. Ele quer mais filhos? "ainda" vai a tempo de retroceder nessa relação? Como é a relação com a ex? Ela é sensata?

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    2. Eu penso 2 vezes, porque levo muito a serio o papel de madrasta, acho que é muita responsabilidade participar na educaçao de qualquer ser humano.
      E sim, padrastos e madrastas participam, quem queiram, quer nao.

      Dito isto, tenho uma madrasta maravilhosa há 31 anos.

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  7. Sim, ele terá sempre outra família, não percebi por que pôs aspas na palavra.

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  8. O que está a condicionar a tua vida, és tu mesma! Só consigo ver egoísmo neste segredo. A autora só esta a pensar nela, e naquilo que idealizou para a sua vida, incluindo idealizar o "marido perfeito". Tenho muitas duvidas, que com essa forma de pensar e sentir, vá dar certo. ...Madrasta/padrasto, assim como mãe ou pai, não é para todos, e para si, parece-me nitidamente o que vai acontecer com os filhos dele...Boa sorte!

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    1. Claro que esta a pensar nela, havia de pensar em quem ? no vizinho do lado.
      Porque é que isso é egoismo ?
      No entanto concordo inteiramente que se a autora nao quer ser madrasta, o que é perfeitamente aceitavel, entao nao deve entrar nesta relaçao.

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    2. Educar não é tarefa fácil. E poderá ser mais difícil educar nestas circunstâncias. Poderá haver choque com a mãe das crianças. Daí, ter de pensar bem em tudo. E decidir só após tentar ver todas as perspectivas. Fazer as coisas só pela emoção é o que faz, habitualmente, as pessoas cometerem erros. Refletir é um sinal de maturidade. Porque uma relação é mais que amor e uma cabana. Tem muitas variáveis que alimentam ou matam o amor.

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  9. Há pouco tempo escrevi uma segredo sobre as dúvidas de iniciar uma relação com uma homem separado e com um filho ( se bem que o meu problema era mais a excelente relação que têm com a mãe do filho/ ex) Fui quase crucificada com algumas pessoas que aqui tb já comentaram, por ter essas mesmas dúvidas. É normal ter dúvidas, se há quem as tenha com quem n têm essa bagagem quanto mais com quem a têm. Mas lá está se n perguntar se ele quer ter mais filhos n saberá, e sem dúvida que a dinâmica de um relacionamento é mais difícil quando ele têm encargos e responsabilidades ( por mais que lhe digam que não, está à vista). Desejo-lhe felicidades.

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  10. Estou no mesmo barco. A relação ainda tem pouco tempo mas virei costas a muita coisa porque me apaixonei por um homem divorciado e com filhos. Não sei como vai ser no futuro, imagino que seja difícil a adaptação, mas eles já lá estavam, vão estar sempre, e evidentemente vão ser sempre a prioridade do meu namorado. Eu não quero que eles sejam "outra família" eu quero que eles sejam a minha família e que se sintam bem comigo.
    O facto de ele ter filhos nunca me fez recuar, fez-me pensar duas vezes o facto de talvez ele não querer mais filhos (eu não tenho nenhum), mas foi uma pergunta que tive que lhe fazer antes de dar o passo seguinte.
    Quando o amor é verdadeiro não há nada que o segure, digo eu que sou uma sonhadora...

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    1. Gostei tanto de ler este comentário =)
      Ainda há boas pessoas!

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    2. Ai que bem!! Desde quando é que não querer a responsabilidade pelo filho dos outros faz de nós "más pessoas"? Que eu saiba isso não faz de ninguém boa nem má pessoa.

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  11. Foge disso enquanto é tempo!
    Falo por experiência própria, nunca terás sossego. No meu caso depois vi-me a braços com os miúdos que ele me delegava para cuidar e nunca podíamos fazer planos ou saídas a dois!!
    Vivi um pesadelo, já para não falar na ex-mulher sempre presente.

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  12. Olá. Nunca comentei mas desta vez não podia deixar de o fazer. Estou numa relação com uma pessoa com filhos há quatro anos (em guarda alternada). Não tenho razão de queixa nem dos filhos - que adoro - nem da ex mulher que respeita perfeitamente o meu papel (o contrário acontecerá com algumas pessoas e compreendo que seja muito desafiante e, em última análise, muito desgastante). Não havendo problemas, não os antecipe. Por experiência própria, tudo pode correr bem quando todos os envolvidos se respeitam, comunicam e colaboram. E não percebo os comentários das pessoas com tanta relutância com pessoas com filhos: se vocês os tivessem e se separassem, acham que não tinham direito a refazer a vida? Respeito por todos, amor e resiliência. Tudo vai correr bem. Felicidades.

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    1. A senhora é uma lady. Nem todos ou todas são.

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  13. Se és solteira e sem filhos aconselho te a fugir! Foge! Encontra alguém igualmente solteiro, sem ex mulheres e sem filhos.

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  14. Nem se meta! Daqui a pouco já está a por a roupa dos miúdos na maquina, engomar, a fazer o jantar, a contentar-se com pouco pq o pai vai com filhos às actividades, o dinheiro que gasta com pensão e por causa disso não pode fazer outros planos. Se não tiver trabalho nenhum com eles e não limitar a sua vida enquanto casal,força, caso contrário, não vale mesmo a pena! Acredite!

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    1. Que nunca esteja na posição de quem, você tanto critica. Quando se cospe muito para o ara, há sempre a possibilidade de nos cair em cima|

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    2. anon das 15:01: Eu não tenho filhos, não quis!Nao sei se terei mas como ja estou perto dos 40 anos, nao me parece. Mas se tivesse, seria incapaz de pedir ao meu companheiro para cuidar dos meus filhos, uma vez ou outra, tudo bem! A minha irmã casou-se com um homem com dois filhos e foi isso que aconteceu. Os miúdos passavam dois dias por semana e fds 15/15 dias em casa deles mas o trabalho era dela. Divorciou-se, tinha sempre que se adaptar à vida do marido.Não! Nós temos o direito de querer o melhor para nós!

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    3. Quem sabe um dia anónima das 14.07, não é divorciada, com um filho. E que o seu ex marido, não queira dar pensão para não ter que pensar o que gasta com a nova namorada. Também não queira deixar de fazer outros planos com a nova namorada, porque tem de ir com o seu filho às actividades. Inverta lá os papeis. O que vai sentir nessa altura? O sei discurso vai mudar radicalmente, garanto-lhe !! Sabe, é que já vi muita coisa, e já vi pessoas com o discurso igual ao seu, a engolir tudinho o que já tinha dito.

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  15. As mulheres que se queixam aqui das terríveis ex mulheres, e dos filhos do homem por quem estão apaixonadas...irão, muitas delas, estar no lugar dessas mesmas, com filhos também, que irão apanhar madrastas, umas boas, outras más! Pensem também nos vossos filhos, e em vocês próprias como ex mulheres, Um dia estamos numa posição, outro dia, na posição oposta.
    Pelo que já vi em cinquenta anos de vida, é que, quem mais reclama, é ainda pior numa situação idêntica.

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    1. Nem mais... também eu fui uma jovem sonhadora, madrasta, com muitas reticências no início da relação e sempre de pé atrás.
      Casámos, tivemos filhos e agora é o meu filho que tem madrasta já que o seu pai saiu de casa por causa doutra... senhora...
      É assim a vida, sempre às voltas, num dia numa posição, noutro dia é tudo diferente...

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  16. Só desejo que o meu ex-marido arranje alguém que goste dele e que goste do meu (nosso) filho. Assim como eu arranjei alguém que gosta do meu filho como se fosse dele.

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  17. Sou só eu que sendo mãe divorciada entende bem quem não se queira meter numa situação assim?
    Eu e o meu ex entendemo-nos bem, a relação acabou por mútuo acordo, nenhum de nós interfere na vida do outro, e só nos falamos para resolver assuntos do nosso filho. Portanto a questão ex problemático não existe aqui. Mas eu sei o quanto eu tenho a minha vida condicionada por ter um filho - não se iludam, com um filho tudo tem de ser bem planeado, não há muito espaço para espontaneidade. E entendo perfeitamente que uma pessoa sem filhos não esteja para ter a sua vida condicionada por um filho que não é seu e que pense 2 vezes antes de começar um relacionamento assim.

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    1. Aqui está o comentário de maior bom senso que li. E vindo de alguém conhecedor por experiência. Os meus parabéns por dizer a verdade, independentemente dos juízos de valor alheios. Com jeitinho algum atrasado mental vem logo dizer que "não ama o filho". Tudo tretas. O amor é uma coisa, e condicionantes são outra.

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  18. Quando se gosta de verdade nem receios há. Aqui está declarado é um poder posse... talvez não seja o momento certo para essa relação.

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  19. Sempre fugi a sete pés de homens com histórico de divórcio, filhos.. Credo!

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  20. Relacionamento com homem divorciado so com um que tenha os filhos ja criados.

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  21. Pois isso é ula coisa que vais ter que falar com ele e ver com ele

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  22. Será então que os divorciados e com filhos estão excluídos de serem felizes... de terem uma segunda oportunidade...? Estão "marcados" como "a evitar"....?

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    1. Claro que os divorciados com filhos tem direito a ser felizes.

      Mas diga uma coisa, nao é obrigaçao dos pais so envolverem-se com pessoas que estejam preparados ou mentalizados para ser madrastas/padrastos?
      Nao é obrigaçao dos pais só trazerem para a sua dinamica familiar quem queira o participar nessa dinamica?

      Se eu tivese filhos queria alguem do meu lado que gostasse das crianças, que estivesse preparado para a responsabilidade de educar uma familia.
      Nao alguem que foi "obrigado" a tolera-las, porque se deixou levar pela paixao inicial.

      Isso é responsabilidade de qualquer pai que ame os seus filhos!!!

      Nao critiquem quem tenha que pensa nisso. Os pais deviam ser os primeiros a pensar no que é que é melhor para a sua familia.
      Nem todas as mulheres ou homens, por melhor pessoas que sejam, tem talento ou vontade para serem madrastas/padrastos.

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    2. ananon das 10:00, é claro que não. Mas uma pessoa solteira sem filhos pensa sempre 2x antes de relacionar com uma pessoa com filhos. As mães tomam conta dos seus filhos raramente pedem ajuda domestica aos companheiros. Os homens têm a lata de pedir ajuda doméstica às companheiras. Para mim isso comigo seria muito complicado e motivo de discussão. Não mexeria uma palha para cuidar dos filhos dele, só de vez em quando. Agora pôr roupa a lavar, engomar que não me diz respeito,..etc... isso não!

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    3. Os divorciados com ou sem filhos ou solteiros com filhos têm o direito de não levar com gente que não se quer dar ao trabalho. É um bónus, excluí logo uma data de gente que não vale a pena.

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    4. Anónimo24 de julho de 2017 às 16:09

      Claro, concordo, nao vale a pena estar a forçar pessoas que nao querem o mesmo, nao vale a pena, só traz frustraçao.
      Eu nao quero cuidar de 1, 2 ou 3 crianças que nao sao minhas, nao quero!!
      Quero o melhor do mundo para todas as crianças, mas nao quero tratar das que nao sao minhas, nao quero que a minha vida gire á volta delas. Eu tenho carinho pelos filhos de muita gente, muito carinho, mas nao amo esses filhos.
      O ponto é este.

      Nao quero dispender a maior parte do meu tempo livre, da minha energia, do meu esforço, da minha (ja pouca) juventude com os filhos dos outros.

      Isso faz com que qualquer homem ou mulher com filhos, nao deva perder o seu tempo, nem faça os outros perder tempo, mentalizando-se de uma vez por todas, que tem que excluir automaticamente quem nao quer a vida a volta nas suas crianças .

      Temos que ser honestos e realistas.

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    5. Anónimo 24 de julho de 2017 às 18:49 - não tome a sua opinião como a opinião de todos os solteiros sem filhos, essa é a sua opinião e tem todo o direito de a ter e acredite que ninguém que tenha filhos o quer como companheiro, temos de ser honestos que para cada panela há um testo você não é o testo das panelas com filhos e não há mal nenhum disso. O que não falta são testos com muito amor para dar.

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    6. Anónimo24 de julho de 2017 às 20:23

      Ter ou nao muito amor para dar, nao tem nada a ver com o querer ser madrasta ou padrasto.

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    7. Não falta? Talvez inicialmente...Depois aparecem as chatices e lá se vai o amor é às boas intenções. Até os pais biológicos se fartam dos filhos muitas vezes. Já li por cá muitos segredos desses.

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    8. Tenho uma novidade para vos dar: chatices há em todos os relacionamentos.
      Eu sou filha de um segundo relacionamento, em que já existia uma filha de outro relacionamento.
      O meu pai nunca me tratou de maneira diferente em relação à minha irmã e volvidos quase 30 anos ainda não se fartou de nenhuma de nós as três ;)

      Quanto ao amor para dar: estamos a falar num contexto.............. Quer começar a divagar sobre os tipos de amor que existem e bla bla bla?

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  23. Sou o anónimo de 24 de julho às 10:00 - Pelos comentários publicados, então um pai divorciado só pode iniciar um relacionamento em função dos filhos... Ou seja, o seu coração "só se pode" enamorar-se por alguém que aceite os filhos... Como se o coração conseguisse controlar isso...? Como se fossem os filhos a "mandar"...
    Um coração não funciona assim... O coração sente pela pessoa, não pelo coração dos filhos. Eu sei que muitas situações não são fáceis... mas não se pode generalizar. Pelo menos, não se devia... Um divorciado pode ter tantas ou mais qualidades e virtudes que um solteiro. Além disso, ele pode divorciar-se mas não se poderá nunca desvincular de ser pai. Isso é mesmo assim... Mas pelos vistos está "marcado" pela sociedade... com um grande sinal de "proibido" na testa...
    Assim, só posso concluir o que eu disse: Se eu for um pai divorciado... estou excluído...

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    1. Não está, acredite que não está.
      Não pode ler 20 comentários e achar que toda a gente pensa assim, o que aqui vê são pessoas com experiências de vida limitadas que as levam a pensar assim neste momento da vida delas e quando me refiro a limitadas não é no sentido pejorativo da palavra porque todos nós somos "limitados" na perspectiva que é difícil uma pessoa passar por todas as situações da vida possíveis.

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    2. Cada situação é única, cada caso é único... é a minha perspectiva das coisas.
      Mas e se, caso sendo divorciado e pai, e a pessoa que eu amar me disser: "Olha eu gosto muito de ti, mas tens um "mas" muito grande.... és pai... por isso, contigo não, nada feito..." Como aliás parecem ser a maioria dos comentários...?
      Eu não censuro quem tenha uma opinião assim, mas para os que são divorciados e pais... não é justo... Não é justo que digam "não" ao que sentem, não é justo que fiquem limitados na oportunidade de serem felizes, ao lado de quem vierem a amar.
      Eu não concordo obviamente que se coloque o fardo de uma família anterior em cima de uma nova relação. Admito que isso aconteça, mas não me refiro a essas situações; mas sim aos casos que que há apenas uma rejeição da pessoa só porque já foram casados... Afinal de contas, os filhos, numa situação normal, seguirão o seu rumo individual um dia...

      O coração quando se apaixona, não escolhe as circunstâncias... Apenas sente... e quando sente... apenas gostaria dessa oportunidade para ser feliz.
      Mas talvez isso seja pedir muito...

      Só não concordo, no geral, que se generalize as situações. É preciso haver comunicação e esclarecer bem as coisas...

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    3. Na minha opinião deve juntar-se divorciados com filhos com outros divorciados com filhos e não pessoas sem filhos com quem já os tenha. Não quer dizer que em alguns casos não possa correr bem, mas na maioria deles não acredito. Eu não tenho filhos e cometi o erro de me juntar há uns anos com um homem que já tinha um filho de outro casamento. A ex é absolutamente detestável, mas com o tempo foi "educada" e aprendeu a separar as necessidades do filho deles, das suas próprias necessidades, que é algo que muito boa gente não sabe fazer quando se separa. Portanto esse problema resolveu-se. A questão primordial é gostar da criança em particular, porque ela vai estar muitas vezes lá por casa e vai "ocupar espaço". Se não se gosta da criança especificamente, não vale a pena. Se a autora coloca estas questões,neste momento, é porque já sente que é algo que não quer fazer. Eu senti o mesmo, mas achei que era algo que "podia mudar com o tempo." A verdade é que não muda. Com o tempo percebi que a criança era o espelho tanto do pai como da mãe. Inclusivamente as características que me desagradam no pai aparecem na criança, mas com muito mais ênfase, porque a criança não filtra. Os pais educam sempre a criança à sua imagem. Com o tempo o meu amor pelo pai mudou, deixei de gostar e quanto à criança passei a sentir repulsa. Só passado algum tempo percebi que não tinha nada a ver com a criança em si, e sim com o que eu via do pai na criança. Moral da história, amor e uma cabana, só no cinema.

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  24. Quando se ama muito alguém de verdade, também se ama os defeitos e as virtudes... os filhos "do outro" também são nossos filhos de coração, claro que há excepções e miúdos que tentam tornar a vida do padrasto/madrasta terrível, porque querem ver o pai com a mãe.... VB

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  25. Tenho 35 anos, separada há 3 anos. Há 2 anos, um homem convidou-me para sair. Nunca estive interessada nele mas ligava-me apenas 4ªas, 6ªs e no fds que não estava com o filhos.a mulher que ficar com ele, fica refém dos horários do namorado/marido Teve que contratar uma empregada pq não mexia uma palha para tratar deles a não ser levá-los às actividades. Gostar de um homem com 2 filhos não dá, nem me aproximo, nada! Não tenho nem terei maturidade para tal,admito!

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