terça-feira, 17 de outubro de 2017

Segredo.17.10


10 comentários:

  1. Se quer continuar presa ao passado, tudo bem... Mas depois não se queixe.

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  2. Eu também mas do meu filho que faleceu há quase 7 anos,mensagens et pequenos vídeos onde o vejo rir,aquele rir dele a fundo que me faz tão bem ouvir,penso que está vivo e enche-me o coração,tenho vezes que penso viver aquele instante,que estou naquele local de verdade.mas passado esses momentos vem novamente a tristeza.

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    1. Um grande abraço para si.

      Nuno

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    2. Nem tenho palavras

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    3. No meio de tanto comentário, o seu sensibilizou-me imenso. Não imagino a dor de perder um filho. Não a(o) conheço mas tenho desde já um enorme carinho por si.

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  3. Olha um passado ainda por resolver.... :)

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  4. Se as mensagens dele eram assim tão aborrecidas acho que isto é um método tão válido como qualquer outro para conseguir adormecer... :))

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  5. Enquanto morei em casa dos meus Pais, nunca mexi uma palha. Nem a minha cama fazia. Fui para a Faculdade e como fui para longe da minha área de residência, aluguei um quarto. Almoçava na cantina da Fac e ao jantar comia aquilo que a a minha mãe mãe me fazia durante o fim de semana. Era ela quem me lavava a roupa durante o fim de semana e me fazia a mala. Quando acabei o curso fiquei a trabalhar na empresa na qual fiz o estágio e aluguei a minha primeira casa. A primeira coisa que comprei foi um livro de receitas. Desde esse dia aprendi a cozinhar, a tratar da minha roupa, a limpar a casa. Foi difícil no início, mas era assim que tinha de ser. Via tutoriais sobre bricolagem, sobre tudo aquilo que é necessário fazer numa casa. Hoje tenho 35 anos e vivo com uma pessoa mais velha que tem uma filha com 10 anos. Tem sido fantástica a nossa relação, vou buscar a C. Ao colégio, fazemos os trabalhos de casa antes da mãe chegar, tratamos juntos do jantar e aquilo que mais prazer me dá é o sorriso com que a minha mulher chega todos os dias a casa e nos tem à sua espera. A vida a dois(ou a três) é muito mais fácil quando todos contribuímos e remamos para a mesma margem. Só assim o Amor sobrevive. Com empenho, cumplicidade e partilha.

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