quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Segredo.18.17


28 comentários:

  1. Então educa melhor.
    Porque ele ser irrequieto, pode acontecer. Ser mal educado, dizer asneiras e não respeitar os outros significa apenas uma coisa, má educação!!!
    Os outros não se portam mal porque os pais EDUCAM correctamente

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    1. Como é que se faz um gosto nos coments, se não dá deveria dar! Faço minhas as suas palavras, a culpa de miúdos mal educados e desrespeitosos é só de uma pessoa, ou duas, que são os pais. Ter inveja do trabalho e dedicação que os outros tiveram é mostrar falta de carácter e ética,alguém assim não merece sequer ser responsável pela educação de um cão, quanto mais de uma criança!

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  2. A inveja também não é propriamente uma qualidade, caso não saiba...

    E em vez de invejar os filhos das outras mães, porque não lhes pergunta de que modo conseguiram educá-los? Ou então pode sempre chamar a "Super Nanny". Dizem que ela faz umas cenas muito fixes com bancos para domar os leões (mas sem argolas de fogo) e para além de ganhar 1000 euros o seu filho fica dócil que nem um cachorrinho bebé...

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  3. Essa conciencia é uma coisa maravilhosa, louvo-a muito por isso.

    Não há nada pior do que pais que têm filhos/filhas mal educados, rudes, e recusam-se a assumir isso, tenham esses filhos/as 5 anos ou 50 anos.
    Basta ir a reunioes de pais e ver as coisas mais escandalosas, pais a minimizarem o bulling que os seus filhos fazem a outros, a minimizarem o desrespeito que os filhos têm pelos professores e pelos colegas.
    A conciencia é uma coisa muito poderosa porque dá a oportunidade de corrigir as coisas, com muita paciencia e muita firmeza.
    E´um trabalho para a vida inteira, não é só até chegarem aos 18 anos, como muitos pais acreditam.
    Boa sorte.

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    1. A consciência é boa, agir é melhor ainda. Em vez de ficar a dizer que inveja os filhos das outras...

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    2. Sim,tem razao, a conciencia e' optima, mas sem a parte do agir a seguir, perde todo o seu valor.

      Ass. Anon 23.03

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  4. Os filhos são o reflexo dos seus paizinhos.

    Nuno

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    1. A sério?
      E quando pais com mais do que um filho têm um super boa onda e educado e outro que é o terrorzinho lá do sítio? Será o "paizinho" que não será o mesmo?

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    2. Às vezes os pais não educam 2 crianças de forma igual OU então não adaptam correctamente a educação às necessidades de uma criança diferente da outra.

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    3. Anónimo das 10:30:

      Os pais nunca podem educar dois filhos exatamente da mesma forma. Em primeiro lugar porque todas as crianças são diferentes, a educação também nisso se reflete, a forma de se relacionar com ambos os filhos também é forçosamente diferente por se tratarem de pessoas com personalidades e necessidades únicas. Além de que, não se tratando de filhos gémeos, logo não tendo os pais exatamente a mesma idade, o mesmo contexto de vida naquela altura, é obvio que os pais vão educar os filhos de forma diferente.

      A mãe que a minha mãe era aos 21 e me criou a mim, não foi a mesma que a mãe que ela era aos 27 quando criou o meu irmão. Era mais velha, tinha outra maturidade, outra fase da vida, já tinha experiência com uma filha, tinha que lidar com 2 filhos ao mesmo tempo, o trabalho era diferente, etc etc.

      Os pais podem fazer tudo certo e, ainda assim, terem filhos que pouco ou nada refletem aquilo que eles são e lhes ensinam. Somos todos pessoas com idiossincrasias próprias. Contudo, é verdade que a educação que se dá e recebe é fundamental para a pessoa que somos. A maior parte dos problemas são mesmo culpa dos pais, mas não todos nem todos os pais são maus.

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    4. Ou simplesmente há crianças mais maldosas, com desvios comportamentais ou cujos pais tiveram uma doença grave, física ou psicológica e menos tempo para dedicar à educar a(s) criança(s) vomo gostariam ou fizeram com os mais velhos. Utra ideia é que alguns adultos maus foram crianças más,alguns adultos parvos foram crianças parvas ou egoístas (mesmo sem os pais os mimarem de forma errada ou os tratarem com principezinhos), e alguns adultos estúpidos foram crianças estúpidas. Não todos mas alguns. No entanto, à autora sugiro que ponha mão firme no seu filho, com delicadeza e firmeza reforce as regras. Faça-o cumprir e reforce as suas decisões para que o seu filho a respeite. Nao imponha sem ecplicar mas faça com que a sua palavra seja definitiva. Nao se deixe manipular e trate o seu filho em casa e fora dela com as mesmas regras. Rotina fax milagres, além de trabsmitir segurança. Confie em si, seja meiga, não humilhe o seu filho quando se comportar mal mas converse discretamente para o ajudar a entender onde deve melhorar

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  5. O meu é dos educados, sabe estar, conversar e é boa onda.
    Mas creio que seria pedante da minha parte achar que isso se deve exclusivamente à educação seguida por nós pais. Educar dá muito trabalho e há fases ais críticas. Nós mantemos regras, rotinas, conversas... Mas acho que a personalidade que sai na "rifa" é muito, muito importante.
    Acredito que há formas de chegar lá, com muita paciência, carinho e astúcia, mas nem sempre conseguimos fazer a leitura do porquê dos maus comportamentos. Nesse aspecto, quando existe uma incapacidade (não ler isto no sentido pejorativo) de ler os sinais e contornar o problema, acredito que o apoio de um bom profissional em psicologia ajudará. E não digo com isto levar a criança ao psicólogo mas sim os pais consultarem, esclarecerem dúvidas, falar abertamente e sair de lá com ferramentas passíveis de ajudar na alteração de comportamentos.

    Boa sorte :)

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    1. Desculpe là, mas um filho que diz asneiras e chateia as pessoas é falta de educação pura.

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    2. É isto sem tirar nem por...

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    3. É isso mesmo. Somos uma conjugação das nossas características e da nossa educação. Os pais podem fazer um bom trabalho e ter uma criança que, pelas suas próprias características, seja mais ou menos "fácil". Contudo, é sempre fundamental o papel da educação, independentemente da nossa personalidade.

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    4. Por acaso não tenho filhos, mas tenho um enteado e volta e meia saem-lhe umas palavrinhas "feias" da boca. Aqui em casa não usamos essa linguagem e embora não saiba como é na casa da mãe, não me parece que ela digas essas coisas na frente do filho. Já lhes passou pela cabeça que os miúdos aprendem coisas que não devem na escola?! Porque na escola não se aprendem só coisas boas e quando ele mudou de escola o comportamento e a linguagem dele pioraram substancialmente. Não sendo a mãe não sou que decido em que escola ele estuda e nisso sim, responsabilizo a mãezinha dele que, para pagar uns trocos a menos, prefere ter o puto numa escola pior, com uma frequência pior. A única coisa a fazer é corrigir. Sinto vergonha? Claro! Até porque quando nos vêem na rua com ele pensam que sou a mãe. A escola e o tipo de pessoas que a frequentam também tem muita influência.

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    5. Mas o meu filho sabe os palavrões porque já os ouviu na rua e na escola, não em casa.
      Sabe-os, mas também sabe que não os pode dizer (à nossa frente, porque me quer parecer que no contexto de brincadeiras livres é capaz de lhe sair alguma asneira, até porque os rapazes serão sempre rapazes e entre eles...)

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  6. Reflexo da educação que tem em casa, sem qualquer dúvida

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  7. Este meu comentário não é para deitar abaixo mais a autoestima da autora, mas sim encorajá-la e acima de tudo dizer a todos que comentaram que EDUCAR UM FILHO é uma das tarefas mais difíceis...sim porque a tarefa mais difícil é ser MÃE.
    Antes demais, dou-lhe os parabéns pelo seu reconhecimento de que algo está errado e que quer mudar isso...eu chamo-lhe uma inveja saudável.
    Quero referir que sou uma MÃE "sozinha", digo sozinha entre aspas porque o pai da minha filha para além de nos abandonar às duas...quando está com a filha não educa mas sim estraga (pois nunca o proibi estar com a filha)...e não refiro com mimos, mas sim a nível de educação...ser Pai ou Mãe é uma tarefa muito difícil, mas eu considero que recompensadora.
    Já me disseram que sou uma heroína e uma boa MÃE, porque a minha filha é educada, mas vocês pensam que é fácil...não, não é...vá calma, com esses pensamentos :) pois eu e minha filha brincamos, pulamos, fazemos "besteiras"...mas sobretudo tento incutir..."obrigada, sff, pf, com licença, de nada, santinho, eu gosto de ti, eu amo-te, eu tenho saudades tuas, és corajosa, és forte, etc"...devemos elogiar e motivar em vez de salientar o errado o que fez de mal...se é fácil não, não é, mas eu tento e tento todos os dias...claro que às vezes vai uma palmada na hora certa, e nunca fez mal nenhum a ninguém...eu levei e estou aqui.

    MÃE (AUTORA), tenta fazer atividades com teu filho, tenta contar histórias em que tenham moralidade do dia-a-dia (inventa) reflete o que sentes, por exemplo um pandinha pequenino e a mamã panda ;) comigo funciona...tenta quando se porta mal pegar nele e ir ao wc e dizer olha no espelho, olha o que estás a fazer, achas que a mamã fica feliz...o olhar no espelho faz com que reflitam (vai chegar altura que não vão querer ir conversar no wc) ou tenta olha para o teto, debaixo deste teto temos regras a cumprir...tenta yoga com ele...TENTA E TENTA E TENTA... SÓ NÃO DESISTAS NEM DE TI NEM DO TEU FILHO...FORÇA E CORAGEM....beijinhos

    NOTA: apenas sou MÃE, não sou psicóloga...tudo que disse coloco em prática com a minha filha...se quiseres o meu contacto e trocar ideias em que te possa ajudar ou desabafar...deixa aqui resposta no meu comentário que eu envio o meu contacto de email para o shiuuuu.


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  8. O seu filho será sempre o seu filho...
    Porque ele faz tudo isso? O que faz para controlar/ensinar?

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  9. O seu filho é aquilo que os cuidadores fazem dele. A falta de educação numa criança nunca é culpa dela e é sempre a criança que mais fica prejudicada com isso.

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  10. Tu não és o teu filho. E o teu filho não és tu. São pessoas diferentes, que nasceram com características diferentes... Nenhuma criança é uma tábua em branco, onde pais ou educadores escrevem... Somos pessoas inteiras quando nascemos. Perfeitas.
    Por outro lado, ele não é um bibeló para ser mostrado, através do qual garantes o teu valor - "tão bem comportadinho, deve ser uma boa mãe!" nem o contrário "tão mal educado, de certeza que é má mãe... Isto não existe. Quer dizer, até pode existir nalgumas mentes, mas a correlação não é verdadeira... A meu ver, o teu filho, como todos os filhos, merecem o apoio incondicional dos seus pais, e isso passa também por valorizar a pessoa que ele é, para além dos seus comportamentos. Isto é, os comportamentos de um filho não ditam, por um lado, nem o valor nem a identidade dos pais, nem, por outro lado, o valor ou identidade do filho. "Mau" comportamento parece-me que é, pela vivência de filha que fui e que sou, sinal de uma dor ou um conflito emocional, alguma questão de importância real para a criança, e que poderá ser atendida pela mãe ou pelo pai, para que a criança cresça tão emocionalmente saudável quanto possível.

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  11. Sabe quem é que pode avaliar bem a sua situação? Um psicólogo. Provavelmente veio aqui à procura de apoio moral e estão a cascar-lhe. Não sei a sua situação, se se encontra numa posição que possa impor regras e limites ao mais pequeno. Há pais que estão a passar por situações complicadas, depressões pós-parto, por exemplo, ficando a educação dos pequenos para terceiro. Procure ajuda onde lhe podem dar ferramentas, faço-o por si, e principalmente por ele. Há coisas pelas quais as crianças passam que depois em adulto é um 31 tratar..se é que alguma vez se tratam. Aproveite, que em pequeninos são muito moldáveis e resistentes.

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    1. Desde que vi a Supernanny na Sic perdi toda a fé que tinha nos psicólogos.

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    2. Muito interessante da sua parte, anónimo das 18:43, julgar o todo pelas partes. Se foi mal atendido num restaurante, nunca mais confia nos profissionais que trabalham noutros restaurantes? Se teve uma má experiência com um médico, nunca mais acredita em nenhum médico na sua vida?Se alguma vez uma pessoa a magoou, perdeu toda a fé nas pessoas do mundo? Que coisa parva. Há profissionais bons e maus em todo o lado.

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    3. Ela não está a fazer o trabalho de um psicólogo. Ela própria o disse e reafirmou. Até porque se dissesse tal coisa era imediatamente expulsa da ordem pois o que ela lá fez não é a forma de agir ou de intervir de um psicólogo.

      Aliás a própria ordem tinha dado parecer negativo ao programa e apesar de não estar lá como psicóloga (segundo a própria), no programa foi apresentada como tal e a sua forma de actuação foi tão incorrecta que choveram queixas na Ordem que já levaram à abertura de um processo.
      Isto significa que as acções dela são as de todos os psicólogos? A mim não.

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  12. Pois é. Educar dá muito trabalho. É preciso atitude firme logo nos primeiros anos e isso é desgastante.
    Há quem prefira "deixar andar", "despachar" os miúdos dias a fio para os avós e depois dá nisso.
    Sem querer ofender, é a minha opinião com base nos casais/filhos que conheço de perto. A educação/falta dela vem de casa.
    Aconselho, se me é permitido, passar mais tempo com a criança de forma a criarem laços para que ela a respeite. Mas claro, mentalize-se para ficar "com a cabeça em agua" porque ser mãe/pai não é fácil.

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