sexta-feira, 16 de março de 2018

Segredo.16.17


16 comentários:

  1. Os teus pais e muitos mais pais de miúdas de boas famílias! É a era da tecnologia.

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  2. Se eles ainda estiverem vivos...que lhe faz pensar que eles ainda não viram?

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    1. Se não estão no Instagram, não viram. Simples.

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    2. Anónimo(18:26), muito longe disso. Eu não estou no "Instagram" mas consigo aceder a tudo aquilo que os meus filhos publicam lá. Ou acha mesmo que os filhos conseguem esconder alguma coisa dos pais? Os pais é que muitas vezes fazem-se de "desentendidos" para não terem que tomar determinadas atitudes que levam logo os filhos a odiar os pais. Sobretudo quando são adolescentes e o aborrecimento levá-os a gostar de desafiar todas as formas de autoridade...

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    3. Muitos pais não usam e nao sabem usar redes sociais. Além de que se pode ter conta privada no instagram e so os seguidores e que podem ver.
      Sim, há o caso dos pais que fazem de conta que não veem. Mas também ha o caso dos que nao vêem mesmo!

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    4. Anónimo(18:19), a necessidade aguça o engenho...por isso, quando não se sabe, arranja-se formas de o saber. Os meus filhos também tinham uma contra privada mas isso não me impediu de também abrir uma conta fictícia para poder tornar-me seguidor deles. As incertezas da adolescência obriga-nos a isso e foi isso que possibilitou que dar a palavra certa no momento certo e os retirasse de um caminho que sabia de antemão que ia tornar-se prejudicial para a vida deles.

      Se há pais distraídos? Sem dúvida alguma, da mesma forma como também existem bons e maus pais, mas esses depois que não venham queixar-se de que só tiveram fraca sorte com os filhos...

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    5. E o Francisco acha que tem controlo de alguma coisa desse modo? Acho isso desadequado, e até ridículo. Aliás, até custa crer que um pai ou mãe, tenham que andar com contas fictícias para seguirem as atitudes e acções dos filhos. Algo falhou na educação que lhes deu, porque se fosse a correcta, haveria transparência, confiança, e desse modo, essas acções não seriam necessárias.

      Os meus pais utilizam computador, estão totalmente à-vontade, mas são "anti" facebook, instagram, e derivados. Não têm acesso nem nada do género, no entanto, sou eu próprio que comento com eles e mostro publicações que faço ou ideias que partilho.

      Quando eu era adolescente, e até aos meus 20 anos, os meus pais tinham atitudes, semelhantes, e sem qualquer necessidade. Uma delas, imagine, era controlarem os quilómetros que eu fazia no carro. Esqueceram-se que estava estudar engenharia electrotécnica, e sem muita dificuldade descobri como controlar, eu, os quilómetros que mostrava no ecrã. Inicialmente colocava o sistema sem contar, mas isso desligava a direcção assistida, por registar avaria no sistema, logo a seguir evoluí para escrever eu os quilómetros, cada vez que chegava a casa. Passei a poder ir para onde me apetecia, sem que me chateassem com isso. Mais tarde, numa longa conversa, contei isso e muito mais, e perceberam, que era parvo terem aquele tipo de atitude, e demonstrei ainda, que tinham falhado nesse ponto da educação.

      Conclusão: Se os pais têm que ter atitudes desse género, é porque falharam. E se os pais se acham espertos, tenham cuidado, porque os vossos filhos podem ser mais. Abertura e transparência, caro Francisco, é isso que se quer.

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    6. Basta os miúdos terem 2 dedos de testa, que os pais não metem os pés nas suas redes sociais. Isto claro, se mais ninguém contar nada aos pais.

      Há pais bastante desligados das tecnologias. Eu diria q fazer uma conta falsa está longe de ser uma grande artimanha para sacar informações. O que não falta é gente a fazer contas falsas.

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    7. Anónimo(14:26), há um lema que eu sempre gostei de seguir: Confiar desconfiando. Nunca foi minha pretensão ter o controlo sobre nada, apenas não gosto de certas surpresas e eu sei muito bem o impacto que a adolescência consegue exercer na vida de todos nós. Não são os seus 20 anos que me preocupam porque nessa altura a personalidade do individuo já está perfeitamente formada. O que eles quiseram aprender, aprenderam, e o que não quiseram...ficou pelo caminho. Na minha qualidade de pai, apenas queria certificar-me de que não andavam metidos por "maus caminhos" e isso não tem nada de ridículo, muito pelo contrário, é perfeitamente legitimo um pai querer comprovar esse tipo de coisas. Isso ajuda-nos a aconselhar melhor os nossos filhos, a dar a palavra certa no momento certo, e chamá-los à razão para certas coisas. Alertá-los para certos perigos...
      E não se iluda, isto não tem nada a ver com a educação que damos. Por melhor que seja a educação que damos aos nossos filhos, se eles não tiverem o instinto de nos ouvir e aceitar os nossos ensinamentos, tudo aquilo que fizermos não passará de pura perda de tempo. Essa história da educação correcta, da confiança, transparência, abertura, etc, funciona apenas a partir de uma certa idade mas durante a adolescência isso não passa de uma fantasia, de uma utopia patética. Um dia quando for pai ou mãe também irá perceber isso.

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    8. Acho q é a maneira como os pais chegam aos filhos. A adolescência não é um bicho de sete cabeças.
      A personalidade constroi-se de pequenino, não é só chegar á adolescência e cai uma bomba. Este assunto tem muito q se lhe diga.

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  3. Tantos pais iam ficar horrorizados com o que o filhinhos andam a expor...

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    1. Depende, Leocadia Joanna, depende.
      Se não for independente e se valha por si mesma, a vida é dela mas deve obrigações aos pais.

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  5. Eu, como irmã mais velha que sou, tenho o meu irmão debaixo de olho. Naquilo que consigo claramente. Mas eu sou seguidora dele no instagram e acabo por ver o que ele mete ou não.
    A relação do meu irmão comigo é mais mãe/filho do que irmão/irmã. E eu falo de tudo com ele ele confia em mim (ou pelo menos eu acho que sim...lá esta, jovens...) mas no que toca a essas coisas tento "controlar". E se vejo algo que não concordo dou lhe na cabeça e falo com ele e faço-o ver o meu ponto de vista. :)
    Beijinhos

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