segunda-feira, 16 de abril de 2018

Segredo.16.10


17 comentários:

  1. Se o cão é dele,não tem que partilhar nada. Mas sei o que sentes. Um dia tive que deixar a minha cadela, porque sabia que ia ser a separação mais difícil para ela. No dia que me telefonou a dizer que tinha morrido, chorei, chorei muito.


    NM

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  2. Existe ;) eu separei-me recentemente e temos guarda partilhada dos nossos animais. Além de nenhum de nós termos de pagar pensão de alimentos, quando um d nós for de férias, o outro fica com os animais ;) Fala com ele e pede-lhe para poderes ficar com o cão de vez em quando.

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    1. Nossos animais VERSUS animal do namorado. No caso da autora ela nao fica com o animal mas tambem nao paga as despesas do animal quando se separarem.

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  3. No divórcio os animais também passam a fazer parte dos acordos :) a Lei nº. 8/2017 esclarece que os animais de estimação poderão ser confiados a um ou a ambos os cônjuges.

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  4. E existe. Basta quererem. Eu e o meu namorado já conversamos sobre isso algumas vezes. Caso nos separemos o cão é de ambos e fica com ambos. Pode ser complicado mas está mais do que acordado.

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  5. Existe. Quando o animal e' de ambos.
    Neste caso e' so dele.

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  6. E acho que existe, mas se o cão era dele...

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  7. Agora pode oferecer-se para cuidar do cao sempre que ele for viajar ou estar mais ocupado... poderiam continuar amigos...



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  8. Devia não era?! xD
    Mas o cão é dele, e não "vosso" por isso também não haveria "guardas compartilhadas"...

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  9. Isto é mesmo caso para dizer: "quanto mais conheço o meu namorado, mais amo o seu cão..." :)))

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  10. O cão não é seu. Tal como um filho não seria seu e não teria guarda partilhada nenhuma...

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  11. Conheço 2 casos assim, e a guarda partilhada só foi muito bonita até arranjarem outras relações. Depois nunca mais se viram (os actuais embirram sempre com os ex) e numa o cão morreu de saudades do dono, noutra as cadelas foram cada uma para seu lado e estão a sofrer horrores.

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  12. “o cão morreu de saudades do dono” ... Isso foi certificado através de dados clínicos?

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    1. Não é preciso dados clínicos, basta ver o comportamento do animal quando fica sem o dono. Conheci um caso assim, o dono foi de férias e deixou o cão entregue aos pais, morreu de desgosto, deixou de comer e beber.

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