sexta-feira, 18 de maio de 2018

Segredo.18.15


27 comentários:

  1. o que um nao quer... dois não fazem.
    fazer filhos por pressão é uma péssima decisão e ele não tem o direito de te exigir isso.

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    1. Pois nao, nem ela lhe pode exigir que ele nunca venha a ser pai.

      E´daqueles casos em que perdem por fazer e perdem por nao fazer.

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  2. As pessoas não entendem que o ser humano é livre de mudar a sua opinião.
    Desculpe lá ao fim desse tempo todo é "bonito" ele querer esse fruto da vossa relação? O seu companheiro é um ser humano!

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    1. pode ser "bonito" para quem quer ter filhos... nao para quem não quer nem nunca quis e expressou bem isso desde o inicio

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    2. Portanto, por ser "bonito" (para alguns) é suposto ela adorar a pressão que ele possa estar a fazer? É suposto ela achar super romântico e dar-lhe o filho por ser o "fruto do amor" deles?
      Super normal o modo como a autora se sente.

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  3. Podia ser o meu segredo mas ao contrario. Passados 15 anos não sou mãe nem vou ser. Senti-me e sinto-me traída todos os dias.

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    1. traida porquê? ele prometeu dar-lhe um filho? no caso da autora ambos concordaram que nao queriam filhos...

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    2. Traída? Ao se for por você mesma, porque se ele foi sincero, agiu corretamente.

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    3. Parece que foi o inverso da autora do segredo : disse que queria e agora voltou atrás.

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    4. Eu acho é que a anónima queria um filho, foi decidido que teriam e agora o parceiro já não quer.

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  4. As pessoas mudam ... e se o amor de cada um de vós não acompanha essa mudança, para mim é um sinal claro que devem seguir caminhos separados. Não estou a falar de culpa (de nenhuma das partes), mas sim de objetivos de vida que divergem.

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  5. Se fosse ao contrário, a mulher arranjaria maneira de engravidar e ter o filho.
    Já o homem, não te como, tem de se resignar à vontade da mulher!

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    1. Uma mulher não faria isso. Uma mulherzinha talvez.

      Em relação à autora, ele é livre de mudar de opinião. Tal como tu és livre de não mudares. Talvez tenham é de reavaliar se continuarem juntos é uma opção ou não. Pior do que perder 8 anos é perder 10 ou 20.

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    2. E o que sugere? Que a mulher engravide só para lhe fazer a vontade?

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    3. Eu se estivesse no lugar dela nunca engravidava só para fazer o favor.
      Mas tb percebo o marido/namorado.

      Eu não sugiro nada. Acho que tem que ser ambos a falar e a decidir.

      Para mim não ter filhos não era opção e se a pessoa com quem eu estou me informasse que mudou de ideias não consiguiria ficar com ele. Ele sabe o quão importante é ter filhos para mim e se me tivesse mantido na certeza que os queria ter tanto quanto eu e agora mudasse de ideias, apesar de o amar muito, essa situação iria tornar a nossa relação impossível.

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  6. Em oito anos a pessoa muda muito. Cresceu, evoluiu, viveu e viu situações, que a fizeram ver a vida de outra forma. Eu qdo casei tb não queria ter filhos, e passado 3 anos o relógio biológico bateu forte.
    A autora pode até estar convicta da sua opção, e vir a conhecer alguém que a faça mudar de ideias.
    O que hoje é verdade convicta, com o passar dos anos, poderá deixar de ser. Isso não é mau, é sinal que evoluímos e crescemos.
    Agora, obviamente, que dar continuidade a uma relação em que um quer muito, e o outro não quer de todo, não vai dar certo!

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  7. E agora!Ninguém chega a lado nenhum que valha a pena sem ter mudado alguma coisa, no caso do seu marido, mudou de vontade. A vontade de ter um filho é uma espécie de ignição que liga o principal motor que nos conduz, o coração. Acho que depois de 8 anos é bonito o seu companheiro querer ter um filho. Você não está preparada para isso. Não quero tomar partido nem de um, nem do outro, quero simplesmente que conversem.

    Nuno

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  8. E se tivesse sido você a mudar de opinião...acharia justo ele ser tão irredutível neste assunto consigo, quanto você está a ser com ele agora?

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    1. Mas aqui não há cedências, não há um compromisso de meio termo.

      Um filho é efectivamente para toda a vida e na minha opinião não pode ser forçado a ninguém.

      Mas se o marido da autora do segredo for como eu, viver sem filhos não era opção e a relação estaria completamente condenada.
      Mas no caso dele está a mudar as regras a meio do jogo, é injusto para ela tb.
      Falta saber o que é mais importante para cada um nesta situação.

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    2. E o que sugere que ela faça? Que engravide só para lhe fazer a vontade? Isso não seria justo nem para ela, nem para a criança.

      Sinceramente, a solução aqui é acabar a relação. Eles querem coisas diferentes, e não me parece justo nenhum deles ceder numa situação destas.

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    3. Anónimo(22:44 e 11:26), ao longo da vida vamos mudando a nossa opinião sobre muitas coisas, chama-se a isso crescer...ou decrescer, conforme o grau da mudança. Ninguém espera que haja cedências, mas também não pode haver lugar a irredutibilidades de nenhum género, caso contrário, a relação está irremediavelmente condenada. Se o companheiro da autora do segredo insiste tanto nesta questão, e faz toda essa pressão, é porque essa questão ganhou um grau de importância muito grande na sua vida. Parece que estabeleceu novas prioridades na sua vida, e será que deve anular-se a si próprio para que a relação possa sobreviver? Mas como é que a relação poderia sobreviver se a necessidade de ter um filho passou a ser determinante para uma das partes e tornou-se um factor fulcral para que ele tenha sentido? O que a autora do segredo precisa de compreender, é que, amanhã, quando ambos já forem bastante mais velhos e estiverem sozinhos, com pouco mais do que a televisão a dar o "Natal dos hospitais" para dar sentido à sua vida, o companheiro dela irá sempre alimentar essa mágoa dentro dele e poderá atirar-lhe constantemente à cara de que ela foi um ser a causadora de tudo isso, fruto do seu egoísmo. Ou por outras palavras, se essa questão não for bem resolvida, o futuro da relação deles está completamente minado. Se não quer engravidar, existem outras opções...porque não conversar sobre elas?

      Agora dizer...o meu interesse deve prevalecer acima de todos, isso é que não! Nem para um nem para o outro. Porque nenhuma relação pode ser monocromática.

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    4. Francisco , isso que disse, de no futuro ele ficar com mágoa, também pode acontecer a ela.
      Com certeza deve haver uma conversa, ou várias, mas é injusto para os dois.

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    5. Anónimo(01:11), sem dúvida que pode...mas não podemos simplesmente evitar a questão ou virar costas ao problema e esperar que ele desapareça. Um problema quando não é bem resolvido e morto à nascença, tem tendência a crescer e tornar-se um problema muito maior.

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  9. O meu namorado de longa data também não quer ser pai. Eu não tenho opinião feita. Sei que pode ser um ponto decisivo na relação,mas por agora quero-o mais a ele que qualquer filho hipotético.

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  10. As coisas mudam com o tempo...

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  11. Ele tem todo o direito em mudar de ideias na vida, a autora tem todo o direito em nao mudar de ideias na vida.
    Ele nunca a podera obrigar a ter um filho e a autora nunca o podera obrigar a não ter.

    Ter ou nao um filho é fracturante num casal, se tiverem a autora o ira perdoar, se nao tiverem ele nunca a irá perdoar.

    Independentemente de se amarem, esta decisao nao tem um meio termo, talvez seja a unica onde nao se faz um compromisso.

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