terça-feira, 22 de maio de 2018

Segredo.22.17


31 comentários:

  1. Nada garante que "isso" não volte a acontecer e que não vá sofrer de novo às mãos de outro homem, mas que garantias tem você...de que vai conseguir ser feliz sozinha?
    Se anda à procura de garantias, garanto-lhe que nunca irá encontrar nenhuma...

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    1. Pode não ser feliz sozinha, mas ao menos não apanha porrada de parceiros parvos...
      Melhor só que mal acompanhado!

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    2. Francisco uma pessoa não pode ser feliz sozinha? precisa de ter namorado/a marido/mulher para ser feliz?

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    3. Anónimo(00:44), sabe bem que não foi essa a ideia que formulei. A autora afirmou que, se tentasse uma nova relação, nada lhe garantia que o seu "pesadelo" não se repetisse de novo, e parece estar segura de que ficar sozinha possa conseguir fazê-la feliz, e eu perguntei-lhe...de onde vinha toda essa segurança?

      Só porque apanhamos uma pedra no caminho, isso não quer dizer que o nosso caminho seja todo ele feito de pedras...nem se pode deixar de procurar a felicidade, só porque temos receio de voltar a conhecer a tristeza. Tome ela o passo que tomar e faça ela o que fizer, a felicidade e a tristeza estarão sempre à sua espera, traduzidas de várias formas. Se hoje sofrer por estar acompanhada, amanhã poderá sofrer por estar sozinha, agora sofrer, sofrerá sempre em determinadas alturas da sua vida. Uns dias mais e outros dias menos. O ser humano não nasceu para ser feliz mas sim para viver alguns instantes/períodos de felicidade, e, até hoje, nunca conheci ninguém que se afirmasse feliz por estar a viver sozinho(a)...

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    4. Ele, pelos vistos, sim. Antes ele que eu.

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    5. Eu vivo sozinha e tenho muito momentos de felicidade (é impossível ser-se sempre feliz), mais do que tinha quando vivia acompanhada.

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    6. Pronto, Francisco, acabou de "conhecer". Já estive sozinha bastante tempo e sentia-me feliz. Agora estou numa relação ótima, é um tipo de felicidade diferente (sozinha era uma felicidade tranquila, agora uma felicidade mais empolgada), mas estava presente nos dois casos. Mas lá está, eu considero-me uma pessoa genuinamente feliz, sinto-me feliz todos os dias, vem de dentro. Julgo que as únicas situações que me fariam ser de outra maneira seriam uma doença grave ou desemprego prolongado... agora, não ter parceiro? Peanuts :)

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    7. Anónima(12:09), e vive sozinha há muitos anos ou está nessa situação há relativamente pouco tempo? No seu comentário podia ter revelado logo esses dados para que fosse possível formular uma opinião.

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    8. Anónimo(14:34), desculpe mas se você já não vive sozinha, também já não pode servir de exemplo, logo, continuo sem conhecer...

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    9. Ja fui feliz sozinha e infeliz sozinha.
      Ja fui feliz acompanhada e infeliz acompanhada.

      Não entendo porque é que as pessoas nao acreditam nisto.

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    10. Risos, Francisco. Então se tivesse dado a minha opinião enquanto estava sozinha, já acreditava? A minha experiência perdeu a validade por agora estar numa relação? Ou só vale a opinião de quem esteja sozinho toda a vida? Eita, há gente que tudo faz para menter a sua estreitinha visão das coisas.

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    11. Anónimo(03:11), não foi isso que disse. Se o "estar sozinha" tiver um carácter provisório ou transitório, acredito perfeitamente...

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    12. Francisco , e como é que sabe se o "estar numa relação" também não é de carácter provisório? -_- ninguém sabe, então o melhor é tentar ser feliz com o que se tem.

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    13. Há 5 anos Francisco, quase 6.

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    14. Anónimo(10:06), se tivesse dado a sua opinião enquanto estava sozinha, era apenas mais credível, só isso. O anónimo(12:09) também disse que vivia feliz sozinha e eu não quis duvidar dela pois não? apenas perguntei há quanto tempo durava essa situação. O seu caso, porém, é bem diferente. Quem se sente feliz sozinha, tem alguma razão para querer mudar de estado? Se hoje está acompanhada, é porque algo estava em falta na sua vida quando vivia sozinha, logo, não era verdadeiramente feliz...

      Desculpe, mas a minha visão estreita das coisas ainda assim faz-me ver melhor do que você... :)

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    15. Anónimo(15:28), sem dúvida que sim...e se aquilo que "temos" tiver como base "viver sozinho", então temos mais razões ainda para encontrar formas geradoras de felicidade.

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    16. Anónimo(16:26), era o que eu pensava. Seis anos é um período razoável mas ainda assim um bocadinho curto (o pior vai ser daqui para a frente), e...reparei que continua sem dizer a sua idade... :)

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    17. O Francisco já esteve sozinho mais de 6 anos?

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    18. Anónimo(10:58), qual seria a relevância de eu responder sim ou não? Não estou a queixar-me de nada nem é a minha vida que está a ser discutida aqui...

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    19. A relevância é que afirmou que a partir dos 6 anos é que vai ser pior por isso deve ter conhecimento de causa ou então finge ter (que é o mais certo) e opina apenas por opinar.

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  2. talvez te surpreenda saberes que as vítimas têm tendência para reincidir...

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    1. Se ficar sozinha não reincide.

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  3. Senão, que tal encontrar um homem a sério como há muitos?
    Eu nunca tive um namorado que me batesse.

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  4. Cresci com o exemplo de ver a minha mãe como vítima. Isso levou-me a procurar o mesmo ciclo. É inconsciente, sabemos que não queremos aquele tipo de relacionamento mas não sabemos ver as Red flags, os sinais de stop até que seja tarde demais. Perdoamos, minimizamos as atitudes e encontramos desculpas para tudo...

    Eu tive a felicidade de ter uma amiga de uma tia que certa vez me apanhou depois de eu ter sido traida e humilhada (novamente).

    Eu não consigo reproduzir toda a nossa conversa mas há um "eu" antes e um depois.
    Tu sabes quais são os sinais mas optaste por os ignorar, acabaste por encontrar desculpas para eles, não quiseste ver e não te colocaste em primeiro lugar.

    Eu tive alguns relacionamentos depois daquele mas nunca mais fui uma vítima. Nunca mais deixei que um homem tivesse esse poder sobre mim.
    E actualmente conto com uma relação saudável de 12 anos.
    Só te quero dizer que por um lado não tens que ficar sozinha e, sim, existem relações que não têm de ser pautados pela violência ou qualquer tipo de maus tratos. Mas para teres acesso a esse tipo de relação tens que mudar também. Somos nós quem ensina o outro qual é o limite e somos nós que ensinamos os outros a forma como nos podem tratar. Em todas as relações.

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    1. PARABÉNS!
      Ainda bem que teve a pessoa com as palavras certas na hora certa :) soube ouvir e agir. Parabéns fico mesmo feliz por ler um testemunho destes.

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    2. Subscrevo.Cabe-nos a nos estabelecer o limite. Nao faz sentido fazermo-nos de vitimas quando a responsabilidade por mudar ou por fim a uma situacao e nossa.

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    3. Às vezes, a única forma de não nos tratarem mal é afastarmo-nos. Não caiam na tentação de acharem que podem estabelecer limites a uma pessoa com tendências agressivas, não funciona assim.

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    4. Mas é precisamente isso ano 14.35h nós colocamos na mesa o que aceitamos e não aceitamos. Por um lado a maioria dos agressores não agride todas as pessoas mas apenas aqueles que considera terem menos poder que eles (há uma teoria interessante sobre a roda do poder nestes casos), obviamente que se não aceitar, se não for extremamente submissa, não acreditar que só pode ser feliz com alguém e se souber colocar um travão assim que algo começar a correr mal dificilmente será uma vítima.
      Se o outro não respeitar os limites impostos obviamente que se deve afastar. Mas se não mudar a sua forma de ser (submissa, permissiva, etc) dificilmente encontrará alguém que a respeite.

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    5. Certo, anónima das 16:29, mas eu nunca fui submissa e permissiva e fui traída pelo meu primeiro namorado e perseguida quando terminei a relação ao descobrir as traições. Se tivesse continuado com ele, ele nunca iria mudar, por mais que eu mostrasse que não aceitava a traição... provavelmente o que ele faria seria tentar esconder melhor. Daí ter dito que, por vezes, só ao terminarmos a relação não somos vítimas.

      Mas acho que as pessoas devem respeitar as outras independentemente de serem submissas ou não: por exemplo, se eu tivesse um namorado com pouca auto-estima, que achasse que tinha pouco valor, não o respeitaria menos por isso; em vez disso procuraria ajudá-lo a construir uma melhor imagem de si próprio.

      Não discordo do que diz, só acho que pode ser interpretado de forma a acharmos que a culpa é, de certa forma, da vítima.

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    6. A minha intenção não foi culpar a vítima. A anónima não foi submissa e não teve um historial de maus tratos e humilhação. Conheceu uma má pessoa e lidou com ela logo, não caiu no ciclo nem tem o padrão de escolher sempre "a dedo" um determinado perfil de homem.

      Antes de chegarmos aos maus tratos e antes que estes possam evoluir há sinais e há limites que podemos impor e nem sempre o fazemos qd consideramos que certas atitudes são aceitáveis ou perdoamos tudo.

      E, nesse caso as vítimas não são as culpadas (nunca são) mas podem fazer algo diferente :optar por não aceitar isso.
      Se o outro não respeitar tem a opção de terminar tudo. E nuitas esquecem isso. Eles não são os únicos homens no mundo, não são todos iguais e ser infeliz numa relação não é normal nem espectável.

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