quarta-feira, 20 de junho de 2018

Segredo.20.10


30 comentários:

  1. Porque tanto drama? Mas ele vai ficar assim tanto tempo ausente? Tem calma... não deites já a barra ao chão. falem e combinem como será a vossa vida daqui para a frente. Se gostam mesmo um do outro, não é por estarem uma ou mais temporadas fora que a relação é posta em causa.

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  2. "Como não quis estragar o futuro dele...deixei-o ir para que o futuro dele pudesse ser feito sem mim."
    Isto é que eu chamo de altruísmo... :)))

    Cá por mim você já desejava dar cabo dessa relação e já por isso não tentou convencê-lo a ficar e deixou-o seguir. Mas compreendo que fica sempre mais bonito dizer que não quis estragar o futuro dele...

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    1. Francisco o Pensador,

      Às vezes discordo por completo de si e outras há que até concordo.
      Mas há alturas em que só me ocorre "que belo momento para ter ficado calado"...

      Não sabe nada da relação nem da autora, além da frase que a mesma escreve e tira uma conclusão de cácaracá! Deve ser a isso que chamam "psicologia de vão de escada".

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    2. Uau. Que comentário parvo. Eu amo o meu namorado imenso, e também tomei a mesma decisão que a autora do segredo. Se alguém lhe ia dizer para ficar, esse alguém não ia ser eu. Não o quis impedir de se sentir realizado num trabalho que não encontrava aqui em Portugal. Ele diz-me sempre que no futuro não me iria ressentir se eu lhe tivesse pedido para ficar, mas eu (e provavelmente a autora do segredo também) não quis esse peso aos meus ombros. Não tentar convencer alguém a ficar não quer dizer que se queira dar cabo da relação, quer dizer que se está disposto a não pensar só no nosso umbigo. Não sei se o Francisco, na sua enorme sabedoria, se apercebe disso.

      À autora do segredo: o meu namorado já está noutro país há uns meses, ele fala em ficar lá, eu falo em ficar cá e entretanto, vamos vivendo a nossa vida, separados por muito mas sempre juntos, falamos todos os dias, sempre que podemos, mandamos fotos, fazemos questão de fazer coisas juntos, seja ver um filme ou uma série ou jogar um jogo. Queremos ser felizes juntos, por isso até o conseguirmos ser, vamos vivendo um dia de cada vez. Eu não sei quando ele vai voltar e ele também não sabe...
      Se estiver na mesma posição, ou numa posição parecida, só posso aconselhar a não desistir. Se se amam mesmo, é um esforço horrível, uma coisa que só sabe quem passa por isso mas que no final vai certamente valer a pena, pense nisso.
      Coragem! Quando se sentirem sozinhos... Apoiem-se um no outro.

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    3. Pode ter sido isso. Como pode não ter querido mesmo influenciar, e impedi-lo de fazer algo q queria.
      Não sei porque duvidar logo do q se escreve nos segredos.

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    4. Não entendo a lógica deste comentário. Eu amo o meu namorado, mas nunca o tentaria convencer a ficar se ele quisesse ir. Essas decisões têm de partir sempre da própria pessoa. Além de respeito pelo outro, é uma questão de amor próprio.

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    5. O nick devia ser “Francisco, que pensa com os pés”.

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    6. Se a autora tivesse usado todas as artimanhas para impedir o namorado de sair do país, aposto que o Francisco diria que ela era uma egoísta que não sabe que o é amar verdadeiramente e blá blá blá, "temos que deixar o pássaro livre, se ele não voltar é porque nunca foi nosso". Todos já conhecemos as suas incoerências.

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    7. Anónimo(12:26), mesmo que seja uma conclusão de cacaracá (seja lá o que for que isso queira dizer), a verdade é que consegui tirar uma conclusão minha. E qual foi exactamente a conclusão que você conseguiu tirar? Ah pois, lembrei-me agora...nenhuma. Preferiu depositar toda a sua atenção em mim.
      Como vê, mesmo que seja "psicologia de vão de escada", que nem perco o meu tempo a avaliar se é ou não, pelo menos eu posso dizer que, ao contrário de muitos, tenho ideias próprias...

      Uma ideia própria teria sido você contrariar a minha conclusão com uma conclusão sua, por exemplo. Agora vir aqui apenas para dizer "perdeu uma boa oportunidade para estar calado", isso é o mesmo que não dizer nada. Assim, eu perdi a minha e você acabou por perder outra igual...

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    8. Anónimo(13:48), li apenas a parte "Uau. Que comentário parvo" e não passei dai. Já avisei neste blog que sou manifestamente incapaz de respeitar ou interessar-me sequer por comentários que iniciam a sua narrativa com um insulto ou uma ofensa. Maior do que a sua falta de educação, só mesmo a sua necessidade de educação. Passe bem.

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    9. Anónimo(13:48), se eu dissesse: "pois, fizestes bem", isso iria trazer algum tipo de riqueza ao debate que está a ser feito aqui?
      A minha natureza é duvidar, questionar, e levar toda a gente a questionar-se, porque só assim se consegue chegar a conclusões objectivas.

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    10. Anónimo(18:36), não me passa pela cabeça que a autora não soubesse de antemão que a sua relação deixaria de ter futuro se deixasse o namorado ir para o estrangeiro. Se ela gostasse verdadeiramente dele, obviamente que tentaria demovê-lo dessa intenção ou então seguiria juntamente com ele. Se o namorado soubesse que ela ia afastar-se dele por ter tomado esse passo, se calhar...teria desistido de emigrar. Agora, deixá-lo ir embora fazendo crer que está tudo bem e que vai ficar à sua espera, só para poder dizer mais tarde: "olha, afinal não dá"...isso é tremendamente desonesto.

      Essa é a minha lógica, e só concorda com ela quem quiser.

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    11. Anónimo(18:36), porque razão o meu nick devia ser “Francisco, que pensa com os pés”?

      Para que você também pudesse entender-me, é isso? :))

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    12. Oh Francisco, mas se eu lhe lambesse as botas já lia o meu comentário até ao fim? Indubitavelmente que o senhor percebe muito de conversas civilizadas.
      Vá, fique lá na sua que eu fico na minha, bem longe da sua.

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    13. É uma boa perspectiva, por acaso, mas também pode não ser isso. Já imaginaste (peço desculpa pela confiança) o que seria que ele fosse influênciado pela autora a ficar e mais tarde se arrependesse amargamente, como por exemplo, a proposta era boa e depois passavam dificuldades? Ou etnão, a proposta que tinah era um em+prego de sonho e cá em PT tinha um emprego onde se sentia mal? Aquele "se" ia poderia ficar ali na cabeça como bichinho. É uma situação muito complicada, e se isso acontecesse ia depositar toda a raiva e frustração na autora. Se me acontecesse eu acho que seria encapaz de não dizer que queria que ficasse, mas também acho que não seria capaz de pedir para ficar por mim, quando existe a vontade de ir.
      Mas, compreendo o teu ponto porque eu acho que não seria capaz de deixar a minha família para trás (isto inclui pais, companheiro, irmãos, sobrinhos).
      Mas todos nós temos perspectivas de vida diferentes e enquanto a minha é "é impossivel ser feliz sem a minha familia por perto" a de outras pessoas é seguir os sonhos.

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    14. Francisco 21:49:

      Percebo a sua intenção.
      Mas às xs, a questão é outra, e não aquilo que a gente "sobreproblematizou".
      Por exemplo, neste segredo, secalhar a questão não é o porquê dela ter dito o que disse", mas sim a parte da relação funcionar ou não.

      Muita gente coloca aqui os seus segredos para desabafar e receber apoio, e não para as pessoas discutirem se o segredo é verdadeiro ou se tem outro significado. Até porque a maioria dos autores nem volta para dar update da situação, nem resposta às questões.

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    15. Anónimo(23:30), não cara amiga, não precisa de lamber as minhas botas mas se quiser engraxá-las...só tem que dizer-me o seu preço...
      Na verdade, basta a senhora não cometer a estupidez de começar um comentário com um insulto...que eu já me dou ao trabalho de o ler até ao fim, e a prova é que eu já lhe respondi a este. Viu como não custou nada ser educado? :)

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    16. Anónimo(14:51), há apoio...e há ajuda. Parecem iguais mas acredite que são bem diferentes. O nosso apoio nem sempre traduz uma forma de ajuda, e a nossa ajuda nem sempre é traduzida em forma de apoio. Isto porque o apoio nem sempre traduz a vontade de alguém querer ajudar outra pessoa (podemos apoiá-la no seu erro com a intenção de prejudicá-la ainda mais), e nem sempre conseguimos ajudar alguém através do nosso apoio (porque a pessoa vive permanentemente no seu erro, julgando-se certa através do apoio dos outros).

      Se tivesse apoiado imediatamente a atitude da autora do segredo, teria tido a possibilidade de fazê-la questionar-se a si própria ou de dar-lhe uma perspectiva diferente dos acontecimentos? Nem sempre uma critica é má. Por vezes pode apenas querer levar as pessoas a reflectir, analisar melhor as coisas, ponderar sobre seus erros, as suas falhas, e considerar outros factores que à partida não lhe pareciam tão evidentes. Chama-se a isso fazer uma critica construtiva porque pretende unicamente levar as pessoas a querer ser melhores do que são e fazê-los crescer/evoluir como seres humanos, mas eu sei que para a maioria das pessoas esse conceito é ainda demasiado confuso.

      É por isso que muitas vezes as pessoas acham-me arrogante e ficam indignadas com aquilo que digo, porque, para a maioria delas, continua apenas a ser...quem não está a meu favor, está contra mim. Ponto.

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    17. Anónimo(10:13), trato as pessoas por você apenas por educação...uma vez que não conheço as pessoas com quem troco palavras, mas isso não quer dizer que me ofenda que alguém me trate por tu. No meu Blog, por exemplo, trato a maioria das pessoas que me visitam por tu, mas faço isso porque considero que estou na minha casa, logo, quem me visita deve ser tratado como um amigo.

      Em resposta aquilo que...afirmaste...

      Tomar más decisões na vida é um risco inerente a todo o ser humano, mas tal como diz uma grande amiga minha, nunca devemos chorar por aquilo que fizemos, mas sim por aquilo que podíamos ter feito e deixamos de o fazer. Por isso, para o bem ou para o mal, o importante é agirmos de forma consciente, assumirmos as escolhas que fizemos, sabermos viver com elas e aceitarmos todas as consequências que elas possam eventualmente trazer, sem nunca culpar os outros. Mas para que isso seja possível...para que possamos tomar uma decisão com total consciência...temos que conhecer o bom e o mau de cada decisão para poder pesar tudo na balança. Ora foi precisamente aquilo que foi negado ao namorado da autora do segredo porque ele partiu para o estrangeiro apenas consciente do "bom" (dinheiro/carreira) que ia encontrar por lá sem saber o "mal" que isso ia gerar (perder a namorada).

      Todos nós temos sonhos que desejamos realizar, mas até no mundo dos sonhos...existem sonhos que são maiores do que outros...e cada um de nós sabe perfeitamente aquele que poderá deixá-lo mais feliz.

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  3. Há muitas relaçoes que sobrevivem a distancia, se voces quiserem, sobrevive.

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  4. Pois o futuro ninguém prevê, mas é mesmo capaz isso não dar certo!

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  5. Francisco, aqui já desalinhámos :)! Amar verdadeiramente ( como Francisco tão bem sabe) é não interferir no livre arbítrio do outro, seja numa relação amorosa, de pais e filhos, ou outra qualquer. Amar o outro é deixa-lo seguir o caminho, sem pensar no que isso interfere na NOSSA vida. Convencer o outro a não ir, podia dar o mesmo resultado, porque o outro iria ficar, não por ele, mas pela companheira. A vida é assim, e cada um tem o seu caminho, deixar fluir, não ficar já a imaginar o pior, e aceitar o que vier...será o melhor conselho que se pode dar. Entendendo que, qualquer decisão que se tome, interfere sempre na vida do outro...não há como. Se ele ficasse só por ela, tb iria interferir nos projectos ou objectivos de vida dele, que podem não passar apenas por uma relação, e é legitimo que assim seja.
    A experiência de 50 anos, mostrou-me que devemos sempre seguir o que queremos, e não o que é melhor para os outros. Mais cedo ou mais tarde, vimos a perceber que é um enorme erro...porque a vida é nossa, e tudo o que temos ou deixamos de ter, é por decisões que tomamos, então é importante que as tomemos em consciência com aquilo que verdadeiramente queremos.
    Autora, deixe fluir, e tudo ficará como tem de ficar (seja para o que deseja, ou não)

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    1. Anónimo(14:31), não confio que tenha sido uma decisão por amor. Como já disse mais acima, não me passa pela cabeça que a autora do segredo não soubesse de antemão que a partida do namorado para o estrangeiro iria matar a relação, logo, se ela o deixou ir...
      Cara amiga, existe algo tão importante como a nossa capacidade de amar, é a capacidade de sermos sinceros. A vida é feita de escolhas mas há uma série de factores que acabam sempre por condicioná-la. Mediante essas "condicionantes", acabamos por fazer as melhores escolhas ou pelo menos aquelas que julgamos ser as mais acertadas. Livre arbítrio é podermos agir com inteira consciência das consequências. Será que o namorado sabia que se fosse para o estrangeiro o seu namoro iria acabar? Se sabia, então a autora do segredo acertou no totoloto sem se aperceber, mas se não sabia...no mínimo, é injusto. Se calhar, se soubesse que ia perder a namorada caso emigrasse, podia ter optado por ficar...por achar que ficar junto da namorada é muito mais importante do que o dinheiro que pudesse ganhar no estrangeiro. Pode ser daqueles que acha o amor mais importante do que o dinheiro, e ter tido a oportunidade de lutar por ela.

      Para ficar junto da minha família, também eu tive de abrir mão de muita coisa, anular alguns projectos e matar alguns objectivos. E fez tudo isso porque tinha a inteira consciência do que tinha à minha frente e pude tomar uma decisão honesta depois de avaliar tudo isso. Isso sim é livre arbitro, o poder tomar uma decisão depois de conhecer aquilo que é bom ou mau para a nossa vida. E o namorada da autora do segredo...também teve a oportunidade de fazer isso? Não me parece...

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    2. Ela não o quis influenciar, mas ele próprio também deveria saber que a decisão dele podia levar ao fim da relação.
      No final das contas, a decisão era.so dele, independentemente do q ela dissesse.
      O facto dela não dizer "se fores, vamos acabar por terminar" não o impedia de pensar "se eu for, podemos estar a acabar com esta relação".

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    3. Francisco (22:22): "Se ela o deixou ir..."?! Ninguém manda em ninguém. Não esteja a inferir um suposto desinteresse dela quando foi o namorado que decidiu ir embora. A autora limitou-se a respeitar e a não interferir, por muito que lhe tenha custado. Não diga que foi ela que "o deixou ir" e o namorado, coitadinho, achava que podia comer o bolo e ficar com o bolo...

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    4. Anónimo(14:55 e 20:59), onde é que estava escrito que a "decisão era só dele independentemente daquilo que ela dissesse", que eu não consegui ler isso?

      O namorado sabe perfeitamente aquilo que sente, mas é incapaz de saber os sentimentos da namorada em relação a determinado assunto, sobretudo se ela não reagir mal quando o dito assunto é colocado sobre a mesa...
      Tal como a autora afirmou, ela não reagiu, nem interferiu nem votou contra...logo, para o namorado isso era um indicador de que estava tudo bem e a ideia estava a ser bem aceite. Como podia ele saber que a autora não estava a gostar nem um pouco da ideia se ela não quis manifestar-se? Numa situação dessas o silêncio não pode ser facilmente encarado como um:"Eis a minha oportunidade para me livrar de ti"?

      É a conversar que as pessoas conseguem entender-se...e o ditado já é antigo: "Quem cala, consente"...

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    5. "Quem cala, consente"... E "quem foi ao ar, perdeu o lugar"!

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  6. Eke também se vai embora na proxima semana. Vai literalmente para o outro lado do mundo. Vão ser dois anos em que nos vamos ver uma única vez mas não está sequer em questão a nossa relação. O que está em cheque é a minha sanidade mental! Acho que ainda estou na parte do choque, do "não vai acontecer". Nem inagino quando chegar o dia e o vir partir :'(

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    1. Chorei durante 5 dias seguidos quando soube que ele ia embora também. Ainda choro muitas vezes, tenho umas saudades dele infinitas e tenho muitas vezes em que penso "será que isto vale a pena? será que não irá chegar a uma altura em que ele não quer voltar e eu não quero ir e ficamos num impasse e depois vai cada um para seu lado e foram anos da minha vida que "perdi"? Será que até ele voltar a relação não vai desmoronando aos poucos?"
      Nesses momentos falo com ele e ele conforta-me sempre e relembra-me que os caminhos mais difíceis muitas vezes levam-nos aos mais bonitos destinos.
      Não desista, coragem e muito amor.

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  7. No nosso caso conversámos e terminámos a relação. Ele não queria voltar, eu não queria ir.

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