quarta-feira, 27 de junho de 2018

Segredo.27.17


11 comentários:

  1. E só soubeste agora? ou estavas na esperança que ele mudasse.... ;)
    Assuntos desses são logo discutidos no início.

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  2. Este segredo podia ser meu, fora a parte do condenada.Acabei por me habituar a ideia e hoje estou muito feliz, fiz a opção certa :) No entanto esta é a minha história...se for mesmo muito importante para ti, vais estar sempre a remoer nisso.

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  3. Mais vale cada um ir à sua vida o quanto antes do que um de vocês ir contra o que deseja e ficar amargurado para a vida toda. Ou pior, terem um filho em conjunto e o mesmo crescer sem pai ou a ser desprezado pelo mesmo??

    A vossa vida em comum não está condenada porque ele não quer ser pai. Está condenada porque ambos têm projectos e ideais de vida diferentes.

    Eu também não ficaria com um homem que não quisesse ser pai. Já virei costas a algumas relações por isso e fi-lo sempre no início porque seria uma perda de tempo para ambos estarem na relação. Hoje sou casada e tenho 2 filhos com um óptimo marido e pai que tinha os mesmos desejos para a sua vida.

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  4. São opções de vida que devem ser respeitadas, mas se a vontade de gerar um filho tiver um peso realmente significativo na sua vida, o melhor mesmo é desistir desta relação e apostar tudo noutra...

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  5. E quando é que soubeste isso?... Por vezes, pode parecer prematuro falar nisso nos primeiros tempos de relação, mas pode mesmo evitar este tipo de situações, quando ambos não querem o mesmo para o futuro.

    Se é mesmo importante para ti, não percas mais tempo nessa relação...

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  6. Aqui se aplica a célebre frase gostar só não chega. Por mais que gostamos de uma pessoa se ela não tiver objectivos de vida comuns com os seus, ou simplesmente não respeitar os seus sonhos nao vale pena continuar. Tem de pensar se o sonho de ser mais é mais forte do que estar com essa pessoa. Não vale a pena levar o seu namorado/marido a mudar de ideias porque mais tarde quem vai sofrer é o seu filho por ter um pai ausente.

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  7. Se sente que isso condena a sua relação, por muito que custe, há que abdicar dela.
    Um terá sempre que ceder, e se a autora não está disposta a ceder, então procure a sua felicidade.
    Dizem que depois de se ter o filho tudo compensa, mas antes disso os dois terão que estar de acordo.
    O meu conselho é: falem, falem e falem...
    Só o diálogo poderá ajudar.

    E para os que rapidamente perguntam "só agora é que descobriu?" - não julguem tão rápido. As pessoas mudam, as vidas mudam, os desejos mudam... incluindo o desejo pela parentalidade. No início das relações há tanto para descobrir um no outro, em última instância, uma pessoa até pode querer ter filhos e depois descobrir que não quer ter aquele parceiro como co-progenitor.
    Meu Deus, há taaantas variáveis... vamos julgar menos, sim?

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    1. Vamos sim... julgar/discutir/falar sobre o tema. As vidas mudam e tudo o mais, contudo existe sempre o risco de a relação correr mal. E se não mudar? e se mudar? Se forem assuntos importantes é bom estarem os dois no mesmo caminho. Por isso quando se muda já num relacionamento prolongado, assume-se o risco da outra pessoa não querer estar mais com ela.. se isso for mesmo importante para ela.

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  8. Manda-o para mim. Eu sofro do problema oposto: eu não quero ser mãe e eles sempre acharam que com o tempo mudaria de ideias.... Só que não!! Quero um que pense como o teu :)

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  9. Ma já sabias desde o incío da relação? se sim, não o podes condenar.

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