quinta-feira, 28 de junho de 2018

Segredo.28.10




20 comentários:

  1. São escolhas de vida...mas o comodismo financeiro também a obriga a permanecer fiel?
    Costumo dizer que o que é válido para uns, tem de ser válido para todos...

    Se você fosse menos leal, se calhar isso ia obrigá-lo a permanecer mais tempo em casa...

    Atente nesta imagem...

    https://1.bp.blogspot.com/-pS6JtcFEHAw/WC4YUY4-GRI/AAAAAAAAKhs/NoX_Su0WqNc1Z5sMiUpoRbUI7jVaeBgKwCLcB/s1600/amor-c%25C3%25A1-em-casa.jpg

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  2. Já pensou em honra, auto-estima, valorização pessoal...?
    Tenho pena de mulheres como a autora, pena.

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    1. Que exagero de comentário. Cada um sabe o que quer para a sua vida, as escolhas que faz, as decisões que toma e, principalmente, os motivos que levam a tal. Apregoar amor próprio pouco significa quando as pessoas têm em risco a própria subsistência. Não sabemos se será o caso, mas pode bem ser. Num mundo ideal ninguém teria que se sujeitar a este tipo de coisas, mas daí a julgar quem o faz...

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    2. Sustento?! Para sustento, há muitas escadas para lavar, como se costuma dizer ... Não leu como eu? ... "comodismo financeiro" é o motivo pelo qual a autora tolera as contínuas traições e se quer que lhe diga, sendo assim ... até fico em dúvida quem é que afinal está a trair mais neste casamento.

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    3. Ter achado o comentário exagerado também já diz muito sobre si.
      Não, não sabermos se se trata de subsistência, mas também me parece um texto bastante claro:
      1º nunca no casamento o marido foi fiel
      2º comodismo financeiro é a justificação

      O que me incomoda neste género de comentários é que não são escolhas unilaterais, são escolhas que afetam a vida de muita gente, inclusivamente filhos se os houver.
      Caramba, as pessoas só pensam no próprio umbigo. É uma leviandade... sinceramente.

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    4. Pena tenho de pessoas que não são capazes de se colocar no lugar do outro ou de perceber que há pessoas diferentes, situações diferentes... Não se trata de concordar ou não, trata-se de conseguir entender os motivos pelos quais as pessoas são o que são e fazem o que fazem. Pessoalmente acho intolerável que se traia, da mesma forma que acho intolerável viver uma vida com alguém que nos trai só por comodismo financeiro. Mas consigo perceber o que leva as pessoas a agirem assim. Não concordo mas aceito e não tenho que ter pena. As pessoas fazem o melhor que podem com aquilo que têm. Comentários condescendentes não ajudam em nada. E ninguém sabe o dia de amanhã, o que fariam numa situação idêntica...

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  3. O sentimento de felicidade, sexo com amor, carinhos e mimos têm um valor inestimável. Se achas que vives bem, te enganas. Mas ei! Não sabemos a história toda...
    Se pensas nisso, coragem! É porque sabes que o motivo que te prende à tua própria vida é no fundo... miserável. Força

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  4. Se eu tivesse uma vida boa e um marido que não me desse chatices não o deixava por um motivo tão futil. Nem pensar! Fazes muito bem!

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    1. Sabe o significado de fútil?

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    2. Deixar alguém por ser traída é um motivo fútil? De facto, há mesmo pessoas que não gostam de ser respeitadas.

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    3. Sei muito bem o significado de fútil e sei muito bem o significado de respeito. Apenas acho que uma vida estável não é de se desperdiçar por existirem traições. Se o meu marido for para a cama com outra(s) e eu não souber ou ele não me disser, se não me faltar com nada em casa, se não houver intolerâncias de parte a parte, não me incomodaria. Mesmo.

      Ou se calhar acham que em nome da suposta verdade tudo se diz, tudo se conta? Eu não acho!! Não acho mesmo!

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    4. Não sei se deixar o marido por este estar a trair-nos pode ser considerado um motivo fútil, mas viver ao lado de uma pessoa que não nos é leal nem respeita o papel ou o lugar da esposa, apenas para se ter uma vida "boa" sem "chatices"...está apenas ao alcance de alguém extremamente fútil...

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    5. Não creio que aceitasse para mim uma situação assim. Se o meu homem trair o nosso compromisso, tenho para mim, que é logo cada um para o seu lado. Mas na verdade só quem passa pela situação é que sabe.
      E consigo entender a visão (impensável, chocante e sem ponta de romantismo para alguns) da anónima acima.
      O casamento é mais do que felicidade, fidelidade e romantismo. O projecto para alguns casais é como uma sociedade comercial em que se propoem a certos objectivos (boa casa, não fazer contas para o dinheiro chegar ao fim do mês, criar os filhos permitindo-lhes experiências de ensino e outras que acreditam ser melhores, poder fazer férias, passeios, refeições e fins de semana em lugares agradáveis).
      Se no compromisso que têm há lugar para ter sexo fora do casamento e isso nem sequer chateia por aí além o outro, que pode encarar sexo como apenas sexo e aceita isso com alguma naturalidade eu entendo que consigam manter o seu casamento.
      Cada um vive como sabe/acha melhor e desde que não perturbem a vida de outros é lá com eles.
      Viver uma relação de forma economicista é estranho? É.
      Viver a contar os tostões, não poder ir ao cabeleireiro, comprar roupa gira, passar a vida a dizer não aos programas que os miúdos querem, é fixe? Pois... é uma merd@.

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    6. Fútil é fazer algo por bens materiais. Acho que é precisamente aquilo que a autora está a fazer. Ser fútil, materialista e dependente. Será assim até ele se fartar dela e a abandonar por uma das amantes. E depois nem uma coisa nem outra.

      E temos noções muito diferentes de vida em casal. Seria muito infeliz com uma vida de fachada e com tanto medo de procurar a verdadeira felicidade.

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    7. Não é que numa relação tudo se conte, é que numa relação onde há respeito há coisas que não se fazem ;)

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  5. Não estás sozinha....pessoas assim conheço muitas. Para os ambos os lados :)

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  6. Autora do segredo, então está tudo certo!

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  7. Cada um lá sabe o que vale.

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  8. Cada um escolhe como quer viver...

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