quarta-feira, 4 de julho de 2018

Segredo.04.17


21 comentários:

  1. Não é nunca uma solução (ou pelo menos não deveria ser) mas seria uma hipótese mudar a sua filha de escola? Levar a um psicólogo e com tudo isto ela estaria mais segura, e você noutro sítio: colegas novos, professores novos....etc

    que corra tudo bem. Mas não baixe os braços e mude-a.

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  2. https://www.youtube.com/watch?v=7oKjW1OIjuw&t=1s

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  3. E que tal tirá-la de lá? Não consegue tentar inscrevê-la noutra escola? Vai começar o novo ano, é mais facil integrar-se noutra escola com outras pessoas.

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  4. Alerte o estabelecimento de ensino (é preferível falar com um contínuo e não com o director porque estes é que estão no "terreno") e contacte a Escola Segura. Diga à sua filha para encontrar um sítio ou um colega em que se possa refugiar num momento de aflição (cuidado para não se "esconder" em casas-de-banho ou atrás de pavilhões, longe de olhares vigilantes, onde poderá ficar mais vulnerável). Não sei qual é o alvo dos bullies (característica física, timidez) mas talvez seja importante ter apoio psicológico. Boa sorte!

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  5. Não a consegue mudar de escola?

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  6. Shiuuuu, revejam por favor a escrita deste comentário....

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  7. Isso é muito serio, e vejo o quanto é serio pelo desprendimento e até algum orgulho que alguns pais falam quando percebem que os seus filhos(as) sao uns(umas) terroristas desde pequenos (e provavelmente os bullings da escola).
    Um pai/mae que permite que o seu filho/filha seja estupido/a para com os outros e que os desculpam e minimizam as suas açoes ...... nunca deveriam ser pais.

    Autora; infelizmente o nosso pais nao apoia as vitimas de violencia, seja a que escala for, como seguramente é uma pessoa boa, só lhe resta mudar a menina de escola, nao deveria ser, as outras raparigas ou rapazes é que deveriam ser expulsos, mas o mundo nao é justo.
    Eu mudaria a minha filha de escola, inscreveria-a sem duvida em artes marciais para ganhar auto estima, e tentava passar mais tempo com ela a fazer actividades divertidas e dificeis que unissem as duas em que as duas fossem expostas a coisas novas e a aprendizagens novas para que ela visse em primeira mao, a mae a expor-se ao dificil e a superar coisas umas a seguir ás outras.
    Tentaria ainda mudar o chip; mudaram de escola nao porque perderam e estao a fugir (que é o que a sua filha vai pensar) mas sim porque ela é boa demais para estar rodeada de idiotas.
    A nossa vida pessoal, social e profissional deve ser upgrade atras de upgrade.
    Isso é uma coisa que lhe pode ensinar e aproveitar este momento para isso é uma grande liçao.
    Ela vai para uma escola melhor para ser ainda melhor, e assim sucessivamente.
    Os outros que fiquem enrolados entre a fazer bulling uns aos outros, nessa miseria que estilo de vida e que muitas vezes perpetuam até adultos, como vemos nos nossos locais de trabalho.

    Não podemos mudar os monstros com que nos deparamos no dia a dia, principalmente porque os monstros não têm aspecto de monstros, têm aspecto de cordeiros e sao protegidos pelos pais, filhos, pela lei, etc.
    No entanto podemos arranjar ferramentas para nos defendermos e driblar esses monstros.

    Desejo de todo o meu coraçao o melhor para a sua filha, que consiga superar esta fase horrivel e que tenha um belo futuro.

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    1. Mas quem garante que o cenário não se irá repetir na nova escola? Todos temos que aprender a enfrentar os nossos terrores e a fortalecermo-nos através deles... Infelizmente, vamos ter que aturar gente estúpida e maldosa o resto da vida e, muitas vezes, sem hipótese de fuga.
      Mas deu excelentes conselhos, Anónimo das 17:49! Muita força, Autora!

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    2. Porque se tiver autoconfiança e amigos é muito mais difícil que seja vítima.
      E estar a comparar ser vítima em criança vs adulto não só é parvo como revela ignorância. Uma criança não tem as mesmas ferramentas. E numa escola onde já é vitimizada e ninguém faz nada (adultos) é praticamente impossível sair desse ciclo.

      Eu se fosse a autora procurava um psicólogo para ajudar, tentava ajudar a criança a desenvolver autoestima e mudava de escola, sim .

      Foi o que fiz com o meu filho e foi o melhor que podia ter feito.

      Os bullies em questão são meninos de famílias ricas e importantes que ninguém queria meter na ordem. Actualmente já foram expulsos de 4 escolas e nenhuma escola dali os quer. São os marginais que irão popular as nossas prisões "amanhã" e eu certamente que não ia obrigar o meu filho a ter que lhes fazer frente qd todos os adultos fingiam que não viam nada por serem filhos de quem são.
      Hoje em dia, passados 5 anos o meu filho é uma criança com boa autoestima, adora a escola, adora a turma e os amigos dele e qd alguém se mete com ele (como acontece com qlqr criança) já se defende. E mais, já defende mais pequenos qd vê alguém a tentar meter-se com ele.
      Isto teria sido impossível na anterior escola. Porque as crianças que estavam a ser vítimas de violência à frente das auxiliares eram simplesmente ignoradas (e isso eu vi várias vezes com várias crianças). Desde o director às auxiliares ninguém queria saber se existia violência ou se eram vítimas de bullying.

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  8. Falar directamente com o bully!
    A minha mãe fez isso a um rapaz repetente e claro, mais velho, que me apalpava. Nunca mais repetiu.
    Os pais precisam de se envolver directamete. Paninhos quentes, mudar de escola, falar com a escola segura é o mesmo que nada.

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  9. A minha filha quando andava na escola primária, um dia veio para casa e queixou-se que um colega da turma dela lhe tinha gozado e batido, no dia seguinte fui lá á escola, esperei que ele saísse, nem me importei do facto de a mãe ou o pai dele estarem presentes, o que por acaso nem os vi, só lhe disse que se voltasse a fazer o que fez á minha filha, que se iria arrepender mas com um olhar e uma expressão muito agressiva! Foi remédio santo, nunca mais se “meteu” com ela, foi no 4o ano! Ás vezes temos mesmo de tomar uma atitude mais “radical” e não deixar andar!

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    1. isso só funciona com crianças, com adolescentes poderá inclusivamente agravar a situação.

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  10. Poderia aconselhá-la a mudar de escola, como está a ser feito pela maioria dos comentadores, mas isso não iria resolver rigorosamente nada. Na minha opinião, acho que só iria transportar os problemas da sua filha de uma escola para outra, porque a sua filha não vai agir nem pensar de modo diferente e as razões que estiveram por detrás do nascimento do Bullying que hoje enfrenta nesta escola, também vão aparecer na outra...
    Os problemas devem ser sempre enfrentados de frente e nunca se deve fugir deles. Os brasileiros costumam dizer "Dou um boi para não entrar numa briga mas se um dia entrar...dou uma manada para não sair dela!". É esse o espírito que você deve incutir na sua filha. Uma vez que não existe agressões físicas, você devia ensinar a sua filha a ser mais forte emocionalmente. Inscreva-a num curso de Artes Marciais para que ela possa fazer crescer a sua auto-estima e ganhe mais confiança nela própria, confiante de que assim já terá outros "argumentos" quando precisar de enfrentar algumas situações. Ou então pode ser utilizar a batota seguinte:

    - Já que um adulto não pode ameaçar nem coagir um menor, ainda que seja por boas razões, trate de saber quem é o maior "pirata" menor de idade da escola (aquele que toda a gente teme por ser mais velho que os outros, etc..) e torne-se "amiga" dele. Dê-lhe prendas, guloseimas, chocolates ou coisas que você sabe que ele gosta de receber...explique-lhe o seu problema e peça-lhe que ele se torne "protector" da sua filha dentro da escola. Se lhe der "gratificações" com alguma regularidade, acredito sinceramente que ele possa resolver algumas "situações" dentro da escola quando for necessário defender a sua filha e você nunca precisará de dar a cara. Depois do grupo saber que ela está a ser protegida por ele...vão quer todos ser amigos da sua filha.

    Sei que esta sugestão não é muito ética, mas quando se trata da família, e a viver num mundo como este, devemos lutar sempre com todas as armas que pudermos arranjar...

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    1. Frequentar uma arte marcial é realmente uma mais valia para que sofre de bullying. O meu irmão teve um período menos bom na escola e tudo mudou precisamente quando começou a praticar kickboxing

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    2. Anónimo(15:56), é uma triste realidade. Dizem que as pessoas são boas por natureza mas a maioria gosta sempre de gozar com os mais fracos e só respeitam aqueles que temem.

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  11. Estas situações são muito graves e revolta-me quando pais partilham comigo que, no momento de pedirem ajuda aos professores e à escola lhe dizem "Ah! São coisas de miúdos/as".
    Em duas situações que vi de perto, as coisas processaram-se de forma diferente:
    1) A mãe fez queixa ao diretor de turma. Também não havia violência física. Na escola, não fizeram nada. A velha conversa de serem coisas de miúdos. A mãe, numa altura de desespero, apanhou as miúdas cá fora, teve uma conversa com elas e "apertou-lhes" os colarinhos. Ao mesmo tempo a miúda teve apoio psicológico para ganhar confiança e saber impor-se perante as situações. Ela começou a ganhar confiança, começou a não dar importância as miúdas da turma e a procurar outras pessoas de outras turmas com quem partilhar os intervalos e as horas de refeição. Para potenciar estes contactos, a miúda começou a frequentar uma atividade extracurricular para conhecer outras pessoas e, também, ganhar a confiança e auto-estima que estavam em quebra. Aprender a lidar com as suas coisas, com os momentos em que tinha de estar mais sozinha e já chegou a ser ela a enfrentar um grupo de miúdas que estavam a ameaçar outra.

    2) Na mesma violência psicológica e uma miúda que se começou a mutilar. Aqui, como o risco já estava elevado, optou-se por trocá-la de escola e trabalhar com ela a auto-estima e a valorização pessoal. Hoje é uma miúda que perdeu o medo, defende-se, por vezes torna-se um pouco "respondona" até para os adultos e tem alguma dificuldade em "acertar" nas amizades.

    Não conheço a sua filha, melhor do que ninguém você saberá escolher o que acha melhor para ela. Independentemente da sua decisão, pense na possibilidade de acompanhamento psicológico, de introduzi-la noutros locais para que ela possa fazer outras amizades e sentir-se valorizada e, aos poucos ajudá-la a renascer para outras visões. Dê-lhe carinho, apoio e mostre-se disponível para o que ela precise.
    Espero ter consigo ajudá-la. Desejo, de coração, que tudo corra bem para a sua filha.

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  12. Tenho tanto medo que isso aconteça com o meu filho. Acho que quando é assim o melhor é muda la de ambiente, de escola. Com pessoas diferentes terá a oportunidade de recomeçar em conhecer pessoas melhores.

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  13. Por vezes intervir diretamente so agrava a situação, infelizmente. Os adolescentes conseguem ser muito ressabiados e vingativos...A mim aconteceu sofrer de bullying juntamente com uma colega por mentiras de outra que ja nem estava na turma, a turma praticamente toda não nos falou durante um ano e ainda gozavam.

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  14. Não sei, mas mudar de escola é uma hipótese?

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  15. É uma tristeza que isso se passe nas escolas, e os docentes de lá não fazem nada, deixam as coisas andar, dizem que vai ficar tudo bem, e fica tudo igual. Sei muito bem disso, passei exatamente pelo mesmo.

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