terça-feira, 10 de julho de 2018

Segredo.10.15


17 comentários:

  1. tens um patrão ou um chefe que é uma besta...

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  2. Tem de o fazer? não, tem de trabalhar durante oito horas. O seu trabalho é esse. Coragem e pense que não faltam empregos, vida há só uma, a nossa.

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  3. Por causa de pessoas como tu, pessoas como eu são mal vistas em empresas. Dou o litro, mas não dou horas. Faço o que consigo, mais que isso estaria a roubar emprego a quem precisa. Pense nisso 🙌

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    1. Concordo plenamente consigo. Já tive um chefe que "ficava chateado" se saíssemos a horas. Trabalhava 12 horas por dia, de segunda a sábado, sem receber horas extra e ainda ouvia o que não merecia se, na loucura, quisesse sair a horas. Cheguei, inclusive, a ouvir argumentos do género " O gato aguenta mais uma hora sem ti" (não sou casada, vivo sozinha, nem sequer tenho animais), como se só pessoas com marido e filhos tivessem direito a ter vida própria. Não descansei enquanto não encontrei outro emprego e, depois dessa experiência, nunca mais. Apesar de agora as horas extraordinárias serem pagas, chego a horas, às nove estou a trabalhar em vez de estar a tomar café, faço o meu trabalho, faço-o bem, e às seis da tarde arrumo as minhas coisas e vou para casa.

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    2. Você não é mal vista por não dar horas. É mal vista porque não se faz respeitar.
      E você não sabe qual a situação do autor/a.

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    3. Sabe la o que diz, anónimo das 15,48!! Sei bem o que dizem, o que falam de quem tem esta postura. Não que me incomode. Mas por me fazer respeitar, por respeitar e muito a minha vida é que me conduzo assim

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  4. Reflicta um bocadinho. Sente que está a ser respeitada no seu local de trabalho por estar sempre disponível, fazer todas essas horas extras e as vontades todas e, perdoe-me a expressão, estar sempre de "pernas abertas" para aquilo que o seu chefe/patrão quer?
    Não? Então se não sente nada disso acontecer, isso quer apenas dizer que está a seguir o caminho errado. Inverta a sua marcha e siga a direcção certa desta vez. As vezes as pessoas só começam a respeitar-nos quando começamos a desrespeitá-las a elas. Se o trabalho não for todo feito num dia, o dia seguinte também é dia de trabalho...

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    1. Porque é que deduz que, se é uma mulher, está a "abrir as pernas" (sentido figurativo) a um patrão?
      Se fosse uma patroa já não fazia sentido não é?

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    2. A expressão de pernas abertas não tem género...

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    3. Anónimo(15:49), leu bem a resposta do Anónimo(17:43)? E para além de ler, conseguiu também compreender alguma coisa? Ou só está preocupada em viajar pela net a tentar encontrar um qualquer sentido machista em todas as frases que forem ditas por homens?

      Peço-lhe desculpa mas...hoje estou sem paciência para isso.

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    4. Parece-me que a expressão "pernas abertas" aqui é apenas sinónimo de "estar sempre disponível" ou se preferir "não saber dizer não". Não há nada de machismo naquilo que o Francisco escreveu.

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  5. Há pessoas que não sabem dizer que não (já fui dessas) e depois colocam-se nessas situações, o que é sempre difícil de reverter. Quem sempre disse que sim, se um dia se mostra indisponível, é logo olhado de lado. Aprendi com os meus erros nos trabalhos anteriores e agora sou mais assertiva. Antes aceitava tudo, dizia que sim a tudo, porque não custa nada, porque fica bem,... só que nunca há recompensa, agradecimento, nada. Então agora sou mais firme. Faço o meu trabalho o melhor que sei e posso, dou tudo de mim, mas só dentro das 8h diárias. Querem que trabalhe mais horas? Que as paguem. Já disse que não a muita coisa e sei que os patrões ficam lixados com isso, principalmente quando há na empresa outros que dizem sempre que sim. Somos os maus da fita, os preguiçosos, os que passam por "não querer saber". Só que um emprego é só isso mesmo, um emprego. No final de contas, vimo-nos embora como os outros, se for preciso. Ninguém pensa nas horas extras, nos fins de semana, nas vezes todas em que dissemos que sim. A minha vida está primeiro. Já deixei que me escravizassem uma vez, não deixo que aconteça nunca mais.

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  6. Eu sei o que isso é.
    Comigo era igual, horas extras e nem um obrigado nem dinheiro.
    Então comecei a tentar sair sempre a horas, ao início dizia que tinha coisas marcadas, por vezes consultas e agora quase sempre saiu à hora e não há nenhum comentário.
    Tenta ir aos poucos fazendo o mesmo, ou diz-lhes o que pensas.
    Nós precisamos do trabalho mas a nossa vida está em primeiro.

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  7. Estive a fazer estágio curricular (não pago, obviamente) e, a meio, convidaram-me a ficar para estágio profissional. No final, disseram que afinal não ficava basicamente porque não ficava todos os dias a trabalhar para lá das 8 horas diárias, como alguns colegas de vez se sentiam na obrigação de fazer. Depois desta experiência e de coisas como esta que vou lendo por aí, fico mesmo sem esperança de que haja ainda um número substancial de empresas em condições para ter um emprego e trabalhar de forma digna.

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  8. Há empresas quem tem essa cultura de trabalhar até as tantas. Quem sai às 6 é sempre mal visto, aquele que não quer trabalhar. Já tive numa empresa assim onde não se tinha uma vida além do trabalho. Fiquei mal vista por sair sempre as 6 e recusar-me a trabalhar fins-de-semana. Não arrependo-me nada em sair de lá. Mas tenta procurar outra empresa para trabalhar e verifica os valores da empresa e do teu manager se condizem com aquilo que pretendes.

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  9. A escravatura já foi abolida a séculos para parece que está de volta...

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