segunda-feira, 16 de julho de 2018

Segredo.16.17


47 comentários:

  1. Fazer tudo pelos filhos nao e saudavel, a meu ver.

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  2. Se pelos filhos se tem que cair no ridículo, algo vai mal na concepção de maternidade/paternidade. Ah...sou educadora de infância!

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    1. Cair no ridículo...ou na sua noção do ridículo? É que há gente com uma noção de ridículo demasiado fértil - está sempre a criar novos ridículos mas quando não há nada de ridículo -, e, assim, uma coisa pode não equivaler forçosamente à outra...

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    2. ...Mas cuidado que sou uma "educadora de infância", não pensem que sou uma tolinha qualquer que só gosta de falar à toa e andar por ai...

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    3. Quando disse que era educadora, não foi nada amais para dizer que muitas educadoras adoram estas patetices, ás vezes considero mesmo palhaçada sem noção. Espero que o senhor sabe tudo e tudo sabe "Francisco cagador de opiniões profissional" não se tenha importado de eu ter dado a minha opinião tão válida como as de vossa excelência.

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    4. Você é educadora de infância. Mas isso não a faz mais inteligente.
      Sabe lá que tipo de coisas fazem os pais, até podem ser coisas ridiculas mas inocentes.

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    5. Anónimo17 de julho de 2018 às 16:23

      Onde eu disse que era mais inteligente? As pessoas acham que nós educadoras adoramos este tipo de coisas, eu não gosto. Foi mesmo para mostrar que até eu com a profissão que tenho não gosto deste tipo de "segredos".

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    6. Anónimo(13:53), se diz que acha uma patetice algumas educadoras gostar de vestir fatos "ridículos" mesmo sabendo que tem apenas o propósito de divertir os miúdos e fazê-los felizes, então é porque você tem tanta vocação para educadora...como eu tenho para cagar opiniões. E não sei se é por ela ter sido para si, mas achei que esta última teve um cheiro particularmente pestilento, fica já sua digníssima a saber...

      Quer que a sua opinião seja considerada válida e não é capaz de respeitar a opinião de quem acha divertido fazer palhaçadas para deixar as crianças felizes? Você deve ser tão alegre como um iglo na Gronelândia, só pode...

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    7. Pode ter o curso já ser educadora duvido muito.
      Que discurso desadequado.

      Mas é como em tudo... Há bons e péssimos profissionais. Um filho meu não ficaria com uma pessoa que não sabe argumentar sem entrar na agressão.

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    8. Francisco o Pensador 17 de julho de 2018 às 22:19

      Senhor Francisco que gosta tanto de julgar e dar opiniões, na maioria são autênticas barbaridades. Desconhece a profissão que tenho e não, não é de palhaça para fazer crianças felizes. Mas como é óbvio já se percebeu que não tem capacidade para perceber isso.

      Anónimo 17 de julho de 2018 às 22:32

      O seu filho não ficaria uma educadora que tem uma opinião, olhe que os pais que começam o discurso com " se fosse com o meu filho" ou " filho meu..." são os pais que que mais tarde pagam pela língua que tem. Sabe lá como sou como educadora? Acha que por ser educadora não posso dizer a um comentador estúpido ( não sei se me permite chamar estúpido, pois as educadoras não conhecem este tipo de palavreado) que na maioria dos comentários que faz, igualmente estúpidos, tentando disfarçar a maldade que neles está visível , usando palavras a que muito lhes chamam "palavras caras", não é discurso de educadora? Espero que seja bom ou boa profissional na sua área.

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    9. Anónimo(13:28), o que para si é uma barbaridade para outros pode ser amor, amizade, simpatia, sabedoria, sensibilidade, generosidade ou afeição. São opiniões, e cada uma delas só guarda o valor que cada um de nós lhe quiser dar. Contrariamente ao que pensa, conheço bem os contornos da sua profissão, e por conhecê-la, permaneço optimista porque sei que a maioria dos seus colegas de profissão não partilham a visão aborrecida que você tem da vida. Mas como é óbvio já se percebeu que não tem qualquer capacidade para perceber isso... :)

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    10. Tanta agressividade junta. A única forma de argumentar que conhece é a chamar nomes às pessoas? Não sabe dialogar e argumentar normalmente?

      Qualquer criança conhece palavrões. Escrever os mesmos e denominar outras pessoas de forma pejorativa é que revela o que cada pessoa é e releva como lida com pessoas que não estão de acordo. É do tipo de pessoa que qd se zanga com a mãe, pai, namorado, etc lhes chama tudo menos santo?

      Sabe que é possível argumentar sem andar a chamar nomes às pessoas, certo?? Ou o que é que ensinará às "suas" crianças? "Qd não gostares do que o X disser chama-lhe estúpido"?

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    11. Anónimo(23:13), relei-a todos os comentários todos e tente prestar mais atenção desta vez. Quem começou com os insultos foi o anónimo com o seu ""Francisco cagador de opiniões profissional". Eu apenas reagi e tratei o anónimo com todo o respeito que qualquer pessoa, nestas circunstancias, me merece. Se quiser argumentar, eu também argumento. Se está armado em idiota, eu torno-me um idiota pior...

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    12. Anónimo18 de julho de 2018 às 23:13

      Foi escrito tanto palavrão, que até acho que dá para uma queixa-crime. Ensino muitas coisas ás crianças, mas como você é tão educado/a fica um convite para dar uma palestra a criança. Sempre lhes ensinava a ficar ZEN não era? ( vê não eu não usei palavrões nem ofendi voce me cê, também sei ser politicamente correta)

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    13. Não entendi essa que algo vai mal, pelo fato de os pais caírem no ridículo para manterem os filhos felizes, autora não disse que o fazem sempre, qual o mal em fazer uma vez ou outra para meter as crianças a sorri? Ridículo é esse seu pensamento.

      E nem sempre concordo com o que o Francisco diz aqui, outras concordo, mas acho que o fato de ter usado ""Francisco cagador de opiniões profissional" foi muito mal educado da sua parte, o Francisco não lhe faltou ao respeito, mas você sim. Não gosto de ver que tem pessoas, que para darem uma resposta de volta, precisam de recorrer ao insulto.

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    14. Anónimo(00:24), haja quem me compreenda. Obrigado. :)

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  3. Tenho 4 filhos, 17 sobrinhos, 3 dos quais sobrinhos netos, e já vi de tudo. Hoje trata-se os filhos como se fossem Deus, e eles vão cada vez mais exigindo, exigindo, até se ver pais a ultrapassar os limites do bom senso.
    Cuidado para não criarem um pequeno Tirano, quando se faz tudo o que querem, eles é que passam a mandar.

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    1. Pequeno comentário, mas que diz muito.

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  4. Acho louvável e muito salutar, e nos dias em que fazem isso acabam sempre por se divertir um bocado e libertar também a criança que vive dentro de vós... :)

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  5. Cuidado com o "fazer tudo pelos filhos" também é importante as crianças saberem lutar pelos seus objectivos sem terem constantemente alguém que faça as coisas por elas...
    E em relação ao vestir fatos ridículos por elas, enquanto forem crianças até podem achar piada mas quando chegar adolescência podem passar até a ter vergonha...

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  6. Não tenho, nem quero ter filhos, mas se fosse para ter, era para ser assim...criança como eles, por eles.

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  7. Olha devem ser daqueles que acordam e adormecem a falar da cor do coco... haja paciência!
    Conheço uns que a criança ainda tem dois anos e já andam a falar na faculdade e no carro que lhe vão dar, credooo

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    1. Isso é que é colocar o carro à frente dos bois 😅

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  8. Atenção ao fazer tudo...fazemos tudo mas somos pais, é bom as crianças saberem que t~em ali companheiros de palhaçadas mas também adultos que sabem dizer não e não aceitar tudo.As crianças precisam de pais com comportamentos divertidos, mas que também saibam ser adultos. O pai da minha melhor amiga estava sempre na palhaçada e ela odiava, dizia que era como se não tivesse um pai mas um amiguinho da escola e sentia-se por vezes desamparada por falta de regras e de quem de-se uma certa estabilidade

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  9. Achei tao giro o segredo! Também faço isso, de vestir fatos ridículos. MáM também me divirto horrores 🙌

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    1. Catorreira bah, giríssimo...

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  10. Não percebo a celeuma.
    Vestem fatos ridículos? E qual é o problema?

    As pessoas que se levam demasiado a sério não conseguem lidar bem com crianças. Para chegarmos aos miúdos, principalmente os pequeninos, temos que saber colocar-nos ao mesmo nível e entrar na brincadeira com eles.

    Enquanto psicóloga ficaria muito de pé atrás com uma educadora com o discurso acima publicado.
    Da população comum é uma coisa, de quem trabalha com crianças acho péssimo. Não sei que tipo de curso tirou mas parece que falta actualização no quesito "pedagogia"

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    1. Senhora psicóloga, devia ter capacidade para perceber o meu comentário/os, mas tal como mais um outro comentador não chegou à questão.
      Eu ponho em causa sim uma psicóloga julgar uma pessoa só e apenas por essa pessoa achar ridículo os pais vestirem-se com roupas ridículas ( tal como o segredo indica). Daí a dizer que ficaria muito de pé atrás com uma educadora com o discurso acima publicado!!! Não disse que eram maus pais por o fazerem ou que não o devem fazer, o certo é que por não gostar de algo fui atacada pessoal e profissionalmente, sem conhecerem o meu trabalho. Minha cara, se faz assim tanto juízos de valor, imagino o que fará quando está no divan/consultório/ instituição com um utente seu...passa o tempo todo a julgar os seus gostos ou opiniões? Se a si lhe parece que tenho falta de actualização pedagógica ( algo que sempre se pode resolver, pois não nascemos ensinados e a profissão assim o exige), o que dizer do seu comentário quanto psicóloga?

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    2. O meu trabalho enquanto psicóloga educacional não envolve trabalho de consultório.
      Mas envolve trabalhar com vários tipos de profissionais e infelizmente muitos não se actualizam e demonstram uma grande incapacidade de se relacionar com as crianças nas suas diferentes etapas.

      A minha questão não foi por usar determinados termos mas por se referir ao facto de outras educadoras fazerem algo para se aproximarem das crianças como sendo pessoas "ridículas".
      Quem não está preparado para se colocar ao nível das crianças (em todos os sentidos) = visual, táctil, de exploração, etc como é que desenvolve um bom trabalho?

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    3. Anónimo(23:21), parece-me evidente que a "Anónimo" tornou-se educadora pelas mesmas razões que levam muitos indivíduos a formarem-se médicos. O desgraçado e risível Status Quo social...que muitas vezes esconde demasiado mal a falta de paixão/vocação pela profissão...

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    4. "nada amais para dizer que muitas educadoras adoram estas patetices, ás vezes considero mesmo palhaçada sem noção."

      Foi um elogio ao esforço de colegas que promovem situações para interagirem com as crianças?

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    5. A questão é que ser educadora de infância não confere nenhum Status Quo Social :) aliás, é até um curso com médias acessíveis e relativamente facil de tirar

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    6. Anónimo 19 de julho de 2018 às 16:18

      Referia-me que as educadoras gostam desta patetice em relação aos pais que o fazem e não às colegas, porque é dos pais que fala o segredo.

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    7. Anónimo(16:18), o facto de você dizer que o ser educadora de infância não confere nenhum Status Quo Social, demonstra claramente que você não tem a menor noção do que o termo "Status Quo" quer dizer. Qualquer profissão promove um Status Quo social porque Status Quo em latim significa o "estado das coisas". Até nos cursos com médias acessíveis e relativamente fácil de tirar você é capaz de aprender isso... :)

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    8. Claro que você claramente com problemas de interpretação, foi você que disse que só tirei um curso por causa do Status Quo Social, só lhe respondi. Senhor "chiquinho", pensa demais mas raramente acerta.

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    9. Anónimo(13:53), desculpe a minha perguntas mas...estou a falar com a educadora ou com a criança? É que, para já, não tem sido fácil distinguir. A forma como você cruza as conversas, e não sabe interpretá-las, não parece um trabalho de quem se propõe ser educadora, e o seu "chiquinho" pareceu-me bastante brejeiro e acriançado...

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    10. Obrigada por todos os elogios, sabe que para ser educadora tenho de manter bem viva a criança que há dentro de mim, e falar com filósofos e intelectuais como você é uma óptima oportunidade de ser a criança que tanto gosto :)

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    11. Anónimo(19:52), e a seguir também pode tratar-me de "Paizinho" que eu não me importo...e com sorte ainda leva com algumas festinhas no cabelo. Nem sempre é fácil celebrar momentos de filosofia e intelectualidade com o mundo da primária, mas sempre defendi que as crianças valem sempre o nosso maior esforço... :)

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    12. Claro que valem o nosso maior esforço. Existe a filosofia para crianças, neste caso só tive que me colocar no lugar de uma criança , pois só assim se fala como um ser como você.

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    13. Anónimo(12:16), colocou-se no lugar que lhe está destinado nesse caso...

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    14. No único lugar se pode estar perante um ser como você.

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    15. Então deixe-se ficar quietinha e tente não fazer muito barulho...
      A mãe não tarda vem ai... :)

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  11. Mas onde é que eu falei de outras educadoras? Você tem problemas de interpretação só pode. Eu referi que acho ridículo o segredo , que fala de pais não de profissionais...

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  12. Fazem vocês muito bem, muitas felicidades!!! ^^

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