O meu sobrinho de 7 aos faleceu à quase 7 anos… o quarto dele continua intato...apenas os brinquedos mais arrumados e as roupas de um tamanho que ele já não vestiria...Mas a minha cunhada diz que não consegue mudar nada… que só naquela altura era feliz.. e quando a saudade bate mais forte é lá que ela SE encontra… um grande beijinho Vida
Eu não sei se faria diferente. Não imagino a dor de um pai que perde um filho e admiro quem consegue seguir em frente. Antes de ter o meu segundo filho tinha planeado suicidar-me caso o mais velho morresse (passou por questões de saúde complicadas). Hoje não o faria enquanto um deles for vivo.
Acho que, o que o anónimo de cima quis dizer foi que, se o filho morresse, ela perderia grande parte do sentido de viver. Visto que tudo o resto é "secundário".
Eu nao sou a anonima inicial, mas se me morresse um filho eu tambem morreria por dentro. Se já estamos mortos por dentro faz diferença a carcaça vazia andar por ai ? Um objetivo de fazer uma carreira, comprar um carro, ou ter um namorado novo, nao valem de nada quando ficamos sem o que mais queremos.
Não quero sequer pensar nessa hipótese, mas tenho noção que não acontece só aos outros. Os pais da autora do segredo vivem o luto da sua maneira, e o facto de terem tudo como antes é uma forma de terem a filha presente e irem "matando" as saudades. O amor de mãe ou pai nunca morre! A anónima das 19:47, como compreendo as suas palavras, perder um filho há-de ser a nossa morte aos poucos.
O meu pai falecei há 12 anos, doamos maior parte das roupas dele, mantivemos apenas o gorro ainda com cabelos dele de quando fazia quimioterapia, guardado com carinho dentro de uma caixa. Sim, o luto foi mais que feito por todos em casa, mas até à data, a minha mãe é incapaz de utilizar as gavetas e a parte do guarda fatos que pertencia ao meu pai para lá meter coisas... Nada de aberrante, penso eu.
Ela vive no céu.
ResponderEliminarO meu sobrinho de 7 aos faleceu à quase 7 anos… o quarto dele continua intato...apenas os brinquedos mais arrumados e as roupas de um tamanho que ele já não vestiria...Mas a minha cunhada diz que não consegue mudar nada… que só naquela altura era feliz.. e quando a saudade bate mais forte é lá que ela SE encontra… um grande beijinho
ResponderEliminarVida
Ou seja, os teus pais ainda não deram inicio ao processo de luto
ResponderEliminarEu faria o mesmo.
ResponderEliminarEu não sei se faria diferente.
ResponderEliminarNão imagino a dor de um pai que perde um filho e admiro quem consegue seguir em frente.
Antes de ter o meu segundo filho tinha planeado suicidar-me caso o mais velho morresse (passou por questões de saúde complicadas). Hoje não o faria enquanto um deles for vivo.
Desculpe perguntar-lhe, mas e a sua vida? Viver por si, pela sua felicidade, pelos seus objetivos, não seria igualmente importante?
EliminarAcho que, o que o anónimo de cima quis dizer foi que, se o filho morresse, ela perderia grande parte do sentido de viver.
EliminarVisto que tudo o resto é "secundário".
Anónimo27 de outubro de 2018 às 11:13
EliminarEu nao sou a anonima inicial, mas se me morresse um filho eu tambem morreria por dentro. Se já estamos mortos por dentro faz diferença a carcaça vazia andar por ai ? Um objetivo de fazer uma carreira, comprar um carro, ou ter um namorado novo, nao valem de nada quando ficamos sem o que mais queremos.
Não quero sequer pensar nessa hipótese, mas tenho noção que não acontece só aos outros. Os pais da autora do segredo vivem o luto da sua maneira, e o facto de terem tudo como antes é uma forma de terem a filha presente e irem "matando" as saudades. O amor de mãe ou pai nunca morre!
EliminarA anónima das 19:47, como compreendo as suas palavras, perder um filho há-de ser a nossa morte aos poucos.
O meu pai falecei há 12 anos, doamos maior parte das roupas dele, mantivemos apenas o gorro ainda com cabelos dele de quando fazia quimioterapia, guardado com carinho dentro de uma caixa. Sim, o luto foi mais que feito por todos em casa, mas até à data, a minha mãe é incapaz de utilizar as gavetas e a parte do guarda fatos que pertencia ao meu pai para lá meter coisas... Nada de aberrante, penso eu.
ResponderEliminar