segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Segredo.11.10


19 comentários:

  1. Das duas, uma. Ou fica contente e feliz e começa logo a preparar a chegada do filho, ou diz que tem duvidas do filho ser dele, já que a relação não é séria.

    NM

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    1. DuvidaDdo filho ser dele? Mas que mer** de comentário é este?

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    2. Anónimo11 de fevereiro de 2019 às 16:35

      E´um comentario honesto (e eu nao sou o NM) sendo que pelas palavras da autora eles nao sao um casal.

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    3. Sim, é perfeitamente possível.
      Nós não conhecemos o carácter dele (e Autora, pelos vistos, também não) mas os testes de ADN estão aí para isso.

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  2. Bem, fazes aquilo que achares melhor para ti. Se queres ou não ter o filho.
    (Não é que eu não ache que o homem não tenha nada a dizer, mas convenhamos que a decisão final éé sempr da mulher...ele não a vai obrigar a abortar se ela não quiser).

    E depois de.decidires, chegaste é dizes-lhe o que decidiste. Se chegar a haver crianca, ambos tem de assumir as suas responsabilidades independentemente de ficarem juntos ou não.

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  3. Ele deve saber o que andou a fazer e as consequências disso...ou será que não?

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  4. Se a relação não é séria, não é um filho que a irá tornar. Se já decidiste ter o filho, não vás com grandes expectativas nem esperes que ele fique empolgadíssimo.
    Se ainda estás em dúvida ou já decidiste que vais abortar, o melhor é nem contares nada. Muito gente vai discordar mas eu acho que há coisas que, em última instância, só dizem respeito às mulheres.

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    1. Eu acho que a escolha final deve ser sempre da mulher, uma vez que é ela que está grávida e é quem vai ter que passar por um aborto ou um parto. Mas a outra pessoa tem todo o direito a saber e a dar a sua opinião, afinal foi feito pelos dois.

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    2. Também acho que se ela não quiser levar a gravidez adiante, não tem de dizer-lhe nada. Eu não diria.

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    3. Anónimo das 16:17, se concorda que a decisão final é da mulher, concorda que a opinião dele é vã. Se a mulher decidir abortar, acho escusado ele chegar a saber, ainda mais não sendo um relacionamento sério.
      E se decidir ter que o faça por si, independentemente da reacção dele (como disse o Anónimo das 13:51, ele também sabe as consequências do que andaram a fazer). Mas que antes veja se tem todas as condições para ter uma criança porque, se entrarem em litígio, pode demorar bastante tempo até dividirem as responsabilidades parentais.

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    4. Não, anónimo das 19:45, não concordo que a opinião dele seja vã. Há imensos motivos que podem levar uma mulher a abortar. Eu abortaria porque não quero passar por uma gravidez ou ser mãe, mas não é assim para todas as mulheres. Uma mulher pode decidir abortar caso o pai não deseje a criança, e decidir não abortar caso o pai a deseje, independentemente de estarem juntos ou não. Uma mulher pode decidir abortar porque não quer ser mãe, mas o pai pode querer ficar com a guarda exclusiva e ela escolher não abortar para entregar a criança ao pai.

      A opinião dele pode importar ou não, dependendo dos motivos para não continuar uma gravidez. E devido aos casos em que pode importar, é necessário dizer. Mesmo nos casos em que não importa porque a mulher já decidiu sozinha o que quer, a outra pessoa tem sempre o direito de saber.

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    5. Eu avisei que muita gente iria discordar. Ficamos assim. Eu não diria.

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  5. Sinto pena que tenha sido necessário ficar grávida para que pudesse perceber o quão negativo revela ser alguém envolver-se sexualmente com outra pessoa sem que tenha de partilhar com ela uma relação que seja minimamente séria...

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    1. São escolhas. Têm de saber minimamente as consequências.
      Não estou a defender esse tipo de relação... que não é relação nenhuma no fim de contas. Pessoalmente, prefiro algo com mais substância. Mas há quem se contente com isso.

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    2. Não é contentar, lá calha.
      Não vejo problema nenhum em ter sexo com alguém só por desejo. Estranho é quando há uma relação dita "séria" sem tesão nenhuma.
      Claro que os envolvidos saberão que poderá acontecer uma gravidez indesejada, e quando tal sucede, há que arcar com as consequências da mesma.

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    3. Pois... anda sempre tudo à volta do tesão. Não digo que não seja importante, mas não é tudo. Agora é que pensam que sim.
      Como é que uma coisa dessas "calha"?
      Não é sempre uma escolha consciente?

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    4. Não é só de agora, mas também não digo que só o desejo importe.
      Sim, é consciente. Quando digo calha, refiro-me ao facto de não ser planeado. Surge a oportunidade, e sim, escolhe-se ir adiante com a amizade colorida / sexo casual.

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